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Após sofrer com enxaquecas, mulher descobre tumor cerebral que crescia há mais de 20 anos

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Uma mulher de 39 anos descobriu que tinha um tumor cerebral que, segundo médicos, poderia estar crescendo em sua cabeça há mais de 20 anos. Nikita Sterling sofria de enxaquecas ocasionais desde os 18 anos, apresentando distúrbios visuais e “pressão intensa”, mas nunca havia procurado ajuda médica porque as crises aconteciam apenas duas ou três vezes por ano.

Com o passar do tempo, os sintomas pioraram até dar a sensação de que alguém estava “enchendo sua cabeça com água”. Em episódios mais graves, Nikita contou que desmaiava e acordava em uma “poça de vômito”, o que assustava o marido, Dean, de 40 anos, e os filhos, Sebastian, de oito, e Florence, de cinco.

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A paciente relatou que enfrentou dificuldade para conseguir atendimento adequado e decidiu pagar por uma ressonância magnética particular. O exame revelou um tumor “grande” em seu cérebro. Médicos acreditavam que a massa poderia estar crescendo há duas décadas sem que Nikita soubesse.

“Os médicos precisam ouvir seus pacientes e realmente confiar que eles conhecem seus próprios corpos. Eu sei que eles têm pressa e um milhão de coisas para fazer, mas simplesmente ouvir, pode ser a única coisa que realmente faz a diferença”, declarou.

Ela descreveu as enxaquecas como “bastante debilitantes”, com distúrbios visuais, dormência no lado direito do corpo, náuseas, enjoos e dores de cabeça intensas. “Lembro-me de que, anos atrás, eu estava puxando meus cabelos para tentar aliviar a pressão”, contou.

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Os resultados indicaram que a massa era um meningioma, tumor cerebral benigno, localizado no lobo frontal. “Eu desabei, demorou tanto para chegar a esse ponto. Fiquei chocada com o tamanho (do tumor), e toda aquela substância branca extra ao redor dele na tomografia estava inchando, o que estava causando toda a pressão na minha cabeça”, afirmou.

Encaminhada ao King’s College Hospital, em Londres, a professora recebeu a orientação de neurocirurgiões para realizar a remoção imediata. “Eles não sabiam o que era naquele momento, mas quanto mais tempo deixássemos, mais danos poderia causar”, explicou.

Ela passou por uma cirurgia de quatro horas em 22 de abril deste ano, data que coincidiu com o aniversário de 40 anos do marido. “Senti um alívio completo quando me disseram que era benigno. Este é o melhor resultado que eu poderia ter recebido e me sinto muito, muito sortuda”, disse.

Os médicos conseguiram remover todo o tumor, e Nikita se recupera bem, apesar de relatar cansaço mais frequente. “Tem sido a coisa mais difícil de lidar”, comentou. Ela destacou ainda que as enxaquecas diminuíram e que seus sintomas melhoraram após a operação. A professora planeja retomar as aulas em setembro, após novos exames de acompanhamento.

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