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Policiais prendem violentamente pai negro que tirou filho do hospital para buscar uma segunda opinião médica

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LaDarius Butler, de 32 anos, foi imobilizado com taser, algemado e levado preso pela polícia de Aurora, no Colorado (EUA), após retirar seu filho de 3 anos de um hospital para buscar uma segunda opinião médica. O caso ocorreu em maio de 2024, mesmo sem que o homem tivesse cometido qualquer crime, e resultou em um processo contra o Departamento de Polícia da cidade.

Segundo a ação judicial, o homem e sua parceira, Jayla Houston, decidiram levar o menino, identificado como “O.B.”, a outro local depois de receberem “orientações médicas conflitantes” sobre o tratamento da falta de ar da criança. O hospital acionou a polícia, que rastreou os celulares do casal até um estacionamento de Walmart, onde Butler dormia no carro junto aos filhos, enquanto a esposa fazia compras.

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As imagens das câmeras corporais, divulgadas nesta semana, mostram os agentes cercando o veículo, ordenando que Butler saísse com as mãos para cima. “O que vocês estão fazendo? Eu não sou criminoso!”, disse ele, assustado. Mesmo obedecendo às ordens, foi dominado. Um dos policiais ordena “Atordoe ele!” e Butler é atingido pelo choque elétrico, caindo no chão enquanto gritava: “Não me atinjam, eu estou realmente machucado!”.

Algemado, Butler ainda tentou explicar: “Eu tenho filhos no carro, a mãe deles está no Walmart. Esse é o meu filho”. Em resposta, um policial disse: “Vocês tiraram a criança do hospital”, ao que ele rebateu: “Não, ele não estava em perigo de vida. Vocês não estão entendendo”.

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O processo aponta que tudo poderia ter sido resolvido com uma ligação telefônica. “Este incidente inteiro poderia ter sido resolvido com uma simples ligação. Em vez disso, mais uma vez, o Departamento de Polícia de Aurora escolheu a violência, com uma abordagem de estilo tático que colocou em risco a vida de um jovem pai e de seus dois filhos”, afirmou o advogado Kevin Mehr.

A ação também relembra o histórico da corporação, que em 2019 foi responsável pela morte de Elijah McClain, jovem negro de 23 anos, e que desde então está sob decreto de consentimento por práticas de policiamento racialmente discriminatórias. O advogado acrescentou: “O simples fato é que LaDarius Butler tem sorte de estar vivo”.

O Departamento de Polícia de Aurora e os policiais envolvidos  Caleb Parrella, Adrian Arce-Cerda, Evan Rider, Michael Baer, Daniel Rubino, Chandler Phillips e Anthony Spano, são acusados de uso excessivo da força, falha em intervir e acusação maliciosa. A defesa alega que Butler sofreu “ansiedade, perda de liberdade, prisão injusta e humilhação” até que as acusações fossem retiradas quase um ano depois.

O caso voltou a ganhar repercussão após a divulgação das imagens.

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