
Cynthia Diekema em passeio na natureza antes do ataque fatal (Foto: Instagram)
Novos detalhes emergiram do relatório da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC) sobre o ataque de jacaré que matou Cynthia Diekema, de 61 anos, durante um passeio de canoa no ano passado. Ela e o marido, David Diekema, navegavam em um barco de plástico de 11 pés quando encontraram vários jacarés no riacho Tiger Creek.
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Segundo o depoimento de David, a embarcação bateu no animal que descansava no fundo do canal, fazendo-la capotar e lançar o casal na água. Ao se levantar, ele avistou o torso da esposa preso na boca do réptil, que a puxou para debaixo d’água.
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David relatou ter tentado, sem sucesso, libertá-la do animal por vários minutos. Em dado momento, o jacaré sacudiu a cauda e “momentaneamente a soltou”, mas voltou a mordê-la no ombro. Em seguida, fez a técnica conhecida como “death roll” e sumiu com o corpo de Cynthia.
Sem telefone, o marido esvaziou o bote e remou até o lago Kissimmee, onde foi resgatado por um desconhecido em aerobarco. Cerca de 20 minutos depois, equipes da FWC encontraram o corpo de Cynthia; o réptil envolvido foi capturado e sacrificado por volta das 19h30 do mesmo dia.
A autópsia revelou várias lesões, incluindo a amputação do braço direito abaixo do ombro, e concluiu que a causa da morte foi “múltiplas lesões contusas por jacaré” e que o modo de ocorrência foi “acidental”. No dia seguinte, autoridades caçaram outros animais na área, mas nenhum outro foi localizado.
A FWC expressou condolências à família. Cynthia, natural de Paw Paw (Michigan), deixou o marido, dois filhos e dois netos. Seu obituário descreve-a como alguém que “irradiava beleza interior e exterior” e amava cada momento ao lado dos entes queridos.

