
Aloka, o Cão da Paz, lidera os monges budistas através da névoa matinal em sua jornada pela não-violência. (Foto: Instagram)
Aloka, o Cão da Paz, tem conquistado corações ao acompanhar veneráveis monges budistas em sua peregrinação pela paz. Em uma foto publicada no Instagram de Aloka — que já reúne 144.000 seguidores — ele aparece à frente do grupo, usando um casaco verde vibrante. Segundo a legenda, “Aloka caminha com os veneráveis monges através de uma bela névoa matinal. Vestindo seu aconchegante casaco verde, ele parece tão pacífico movendo-se pela névoa no Dia 72 da nossa jornada. Mesmo no silêncio, nosso fiel guardião permanece alerta e conduz o caminho com coração calmo!”
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A imagem serena, acompanhada da bênção em prol da paz e da felicidade de “todos os seres”, é mais um momento que revela uma peregrinação que ganha público tanto online quanto nas comunidades por onde passa. Agora na marca de dois meses, a Caminhada pela Paz transformou-se numa meditação em movimento, com Aloka emergindo como um de seus símbolos mais marcantes.
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Organizada pelo Huong Dao Vipassana Bhavana Center, a peregrinação cobre cerca de 2.300 milhas em 110 dias. Partida de Fort Worth, Texas, em 26 de outubro, percorre dez estados até chegar a Washington, D.C.
Os monges seguem a pé, carregando poucos pertences e confiando na generosidade das comunidades locais. A proposta é simples e abrangente: promover a não-violência, a compaixão e o entendimento por meio do ato de caminhar.
Em coletiva em 19 de outubro, Tue Nhan Bhikkhu, vice-presidente do templo, disse que a jornada é “uma jornada para trazer bênçãos a inúmeras vidas em um mundo incerto e inquieto”, conforme noticiado pelo Fort Worth Report.
Pelo caminho, curiosos frequentemente paralisam o passo para observar, oferecer água ou apenas manter silêncio respeitoso. Alguns acompanham os monges por trechos breves; outros aguardam da calçada. Também é possível acompanhar cada etapa pela internet, por meio de um mapa ao vivo e das redes sociais oficiais do grupo.
Aloka foi encontrado como rua na Índia, onde se uniu espontaneamente aos monges em caminhada anterior e ganhou um lar. Hoje com cerca de 4 anos e apontado como um Pariah indiano, ostenta uma simpática mancha em forma de coração na testa. Intercala longos trechos a pé com descanso em veículo de apoio, sempre guiado pela atenção mútua e pela serenidade que inspirou sua adoção.

