
Puma avistado na trilha Crosier Mountain, no Colorado. (Foto: Instagram)
Gary Messina, de 32 anos, afirma ter lutado contra um puma em 11 de novembro na trilha Crosier Mountain, no Colorado, semanas antes de uma mulher ser encontrada morta em um suposto ataque na mesma rota.
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A vítima, cujo nome não foi divulgado, foi achada sem vida em 1º de janeiro e, conforme comunicado do Colorado Parks and Wildlife, caminhantes espantaram o animal próximo ao corpo atirando pedras.
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Messina conta que avistou os olhos do puma com sua lanterna de cabeça e tentou fotografá-lo com o celular, mas o animal avançou sobre ele, e, assustado, o eletricista arremessou o aparelho contra o felino.
“Tive de me defender porque ele queria basicamente me dilacerar”, recorda Messina, que gritou, chutou terra e usou um graveto grosso para golpear o puma na cabeça até fazê-lo fugir.
Kara Van Hoose, porta-voz do Colorado Parks and Wildlife, disse ao The Associated Press que Messina relatou o encontro dias após o suposto ataque. Placas de alerta foram instaladas no local — e retiradas antes da tragédia de 1º de janeiro.
Dois pumas foram localizados e sacrificados após a morte da mulher, e segue em aberto a busca por um terceiro animal na região. Segundo as normas do CPW, animais envolvidos em ataques a humanos devem ser eutanasiados para garantir a segurança pública.

