
Mesa colorida de festa de aniversário com bolo e chapéus (Foto: Instagram)
Quando a filha de uma mulher recebeu convite para a festa de aniversário de uma colega, ela avisou que não queria participar, e a mãe passou a questionar se deveria insistir para que ela comparecesse.
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A postadora original (OP) relatou em fórum que neste ano uma aluna nova, chamada Emilia, entrou na turma de sua filha e tem sido “muito perturbadora” nas aulas. Por volta do Halloween, surgiram atritos envolvendo o furto de lanches no refeitório, e a filha da OP precisou aceitar um pedido de desculpas da colega. No geral, a estudante do quinto ano disse não simpatizar com Emilia.
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Há pouco, Emilia distribuiu os convites para sua festa, mas a filha da OP avisou que não queria ir. A mãe até concorda que a decisão pela participação cabe à criança, mas descobriu em seguida que nenhuma outra colega comparecerá ao evento.
Agora, a OP se sente dividida: de um lado, respeitar o desejo da filha; do outro, entender que ir à festa pode ser um gesto gentil e evitar que Emilia se sinta sozinha.
Nos comentários, leitores defenderam que não há obrigação de forçar a criança. Um internauta afirmou que é saudável permitir que ela escolha, mas também importante pedir desculpas antecipadas ao anfitrião, para que a família possa se organizar.
Outro participante observou que “não há vilões” na situação: “Entendo o impulso de estimular a ida para que Emilia não seja excluída, mas também entendo a relutância da sua filha, já que a colega mostrou desrespeito às regras e às pessoas. Obrigar significa suprimir o conforto e a autonomia da sua criança.”
Por fim, alguém sugeriu conversar de forma honesta, apresentando argumentos sem falar mal de ninguém. “Explique que, em um ambiente diferente da escola, Emilia pode se comportar de outro modo e que seria legal fazê-la feliz com a presença dela. Mas deixe claro que, se ela preferir não ir, está tudo bem.”

