
Cohyn e Woods, os “twwins” nascidos com seis semanas de diferença, encantam os pais Mia e Chad (Foto: Instagram)
Após anos submetendo-se a diferentes tratamentos sem sucesso, a mãe de 31 anos Mia Kaercher e o marido Chad, de 32, optaram pela gestação de substituição quando suas tentativas de fertilização in vitro falharam e restavam apenas dois embriões. Eles concordaram que essa era a melhor chance para finalmente realizarem o sonho de ter um filho.
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Para surpresa do casal, encontraram a candidata ideal em apenas dois dias. A mulher já havia sido aprovada em todos os exames e até cogitava um procedimento para outra família, mas decidiu seguir com Mia e Chad assim que se conheceram e se identificaram.
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Quando o médico afirmou que o embrião havia se fixado com sucesso, o casal ficou em êxtase — era a primeira vez que um procedimento desse tipo funcionava para eles. A expectativa cresceu ainda mais quando, meses depois, Mia descobriu estar grávida.
Ela só percebeu o positivo quase na 16ª semana, pois não sentia nenhum sintoma. “Eu e meu marido não acreditávamos no resultado”, relembra. Ao confirmar o diagnóstico por exame de sangue, eles riram, choraram e celebraram o milagre que jamais imaginaram viver dessa forma.
As duas gestações transcorreram bem, embora Mia tenha enfrentado algumas complicações no fim. Os bebês — a filha Cohyn, com 8 semanas, e o filho Woods, com 3 meses — nasceram exatamente seis semanas de diferença. “Eles se olham e sorriem desde o primeiro dia”, conta a mãe, encantada com o laço entre os “twwins”.
Hoje, Mia afirma que essa experiência foi “o sonho realizado”. “Nunca me senti tão feliz ou tão plena”, conclui. Ela elogia o marido, descrevendo-o como o companheiro e pai perfeito nessa jornada inesperada.

