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Quem foi Renee Nicole Good? O que saber sobre a mulher morta a tiros por um agente do ICE

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Cartaz em protesto homenageia Renee Good, observadora legal morta em ação do ICE (Foto: Instagram)

Renee Nicole Good, de 37 anos, é lembrada como “um ser humano incrível” após ser baleada por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) em 7 de janeiro de 2026. Ela morreu após sofrer ferimentos à bala enquanto participava de uma ação de fiscalização migratória em Minneapolis.

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O episódio ocorreu quando um grupo teria bloqueado veículos do ICE durante uma operação, poucos dias depois de grandes batidas em imigrantes em Minneapolis, motivadas pelo discurso do presidente Donald Trump contra a comunidade somali da região.

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Natural de Colorado Springs, Renee havia se mudado recentemente para Minneapolis, onde vivia com o companheiro. Casada duas vezes, perdeu o segundo marido, Timmy Ray Macklin Jr., em 2023. Mãe de três filhos — um deles de 6 anos, fruto de seu casamento com Macklin Jr., além de outras duas crianças —, ela conciliava a vida familiar com seu passado profissional como assistente dentária e funcionária de cooperativa de crédito, antes de dedicar-se aos filhos.

Graduada em inglês pela Old Dominion University em dezembro de 2020, Renee estudou escrita criativa e era descrita como apaixonada por literatura e arte. Colegas lembram-na por maratonas de filmes e pelas “artes bagunçadas” que criava, conforme página de biografia do departamento de Inglês.

Testemunhas afirmaram que, ao tentar se afastar, sua van foi fechada pelos agentes. Em comunicado, o ICE alegou que ela “arma a própria viatura para atingir o efetivo” e que o agente agiu “temendo pela própria vida e pela segurança pública”. Autoridades revelaram que Renee sofreu um tiro na cabeça e não resistiu aos ferimentos no hospital.

A mãe, Donna Ganger, disse ao Minnesota Star Tribune que a filha era “extremamente compassiva, carinhosa e sempre cuidou dos outros”. O pai, Tim Ganger, também ressaltou que ela teve uma vida boa, mas difícil. Vizinha de Renee, Mary Radford destacou as “conversas maravilhosas” que tiveram e afirmou: “Vamos sentir falta deles para sempre.”

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