
Família de jovem com paralisia cerebral recebe R$ 16,25 mi após erro médico (Foto: Instagram)
A família de Timesha Beauchamp, jovem de 20 anos com paralisia cerebral que foi erroneamente dada como morta em agosto de 2020 em Southfield, Michigan, alcançou um acordo de R$16,25 milhões.
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Em agosto daquele ano, um médico de um pronto-socorro declarou seu óbito por telefone. Ao chegar ao serviço funerário para embalsamá-la, funcionários descobriram que ela ainda respirava e estava de olhos abertos.
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Depois de socorrida e levada ao hospital, Timesha faleceu em outubro em razão de danos cerebrais massivos provocados pela privação prolongada de oxigênio, conforme apontou o advogado Geoffrey Fieger, do escritório Fieger Law.
O Fieger Law confirmou o valor da indenização e ressaltou que, embora o acordo represente justiça, nada trará Timesha de volta. Autoridades de Southfield emitiram nota afirmando que, apesar de nenhum acordo desfazer a tragédia ocorrida em meio à pandemia, a resolução por via judicial foi apropriada e reforçou o compromisso com serviços de emergência de qualidade.
Em 2020, o Instituto Médico Legal de Oakland declarou que a certidão de óbito se baseou em dados de batimento cardíaco e respiração fornecidos pela equipe de emergência. O Corpo de Bombeiros de Southfield garantiu ter seguido todos os protocolos. A família moveu então ação de R$250 milhões contra os paramédicos locais, e a mãe de Timesha, Erica Lattimore, mantém sua luta por justiça: “Enquanto eu tiver fôlego, continuarei até que isso seja apreciado em juízo.”

