
Ramin Azizi, 11 anos, se recupera após queda de tirolesa não autorizada em parque indoor no Canadá. (Foto: Instagram)
Um menino de 11 anos no Canadá está em recuperação após despencar de uma tirolesa dentro de um parque de trampolim indoor, equipamento que não era autorizado pelas autoridades locais.
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Segundo relatos da CBC e do CTV News, os pais de Ramin Azizi afirmam que ele tentava atravessar a tirolesa em um circuito de obstáculos no Aerosports Trampoline Park, em Scarborough, Ontário, no dia 3 de janeiro, quando seu cinto de segurança cedeu. O garoto caiu de aproximadamente 6 metros, aterrissando de costas.
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O momento foi registrado em vídeo pelos pais de Ramin. Na gravação, sua mãe, Mona, grita de desespero ao vê-lo cair. “Até hoje, quando revejo o vídeo, fico sem palavras para descrever aquele instante”, disse ela à CBC. O próprio Ramin contou ao CTV News que teve medo de morrer: “Eu achei que ia falecer”.
O pai, Sadir Azizi, relatou que correu “o mais rápido que pôde” para socorrer o filho, temendo lesões na coluna ou até traumas cranianos. Ramin caiu sobre um circuito de kart inoperante. Enquanto a equipe do parque não acionou o serviço de emergência, outros pais ligaram para o 911, ofereceram apoio e até colocaram uma jaqueta sob a cabeça do menino. “Imagine se um kart estivesse em movimento naquele momento”, alertou Sadir.
No dia 4 de janeiro, Ramin recebeu alta do hospital SickKids, após exames que constataram apenas contusões leves, sem fraturas. “Ele teve sorte, e estamos gratos por isso”, comentou o pai. Em nota ao PEOPLE, a administração do Aerosports informou que está colaborando com as autoridades e que o caso segue em apuração. A polícia de Toronto classificou o incidente como não criminal.
Mona e Sadir buscam agora explicações do parque e de órgãos reguladores. Sadir entrou em contato com a Technical Standards and Safety Authority (TSSA), que determinou o fechamento imediato da tirolesa por não ter sido autorizada. A entidade afirmou que os operadores não notificaram a instalação, o que pode acarretar sanções. A família abriu uma campanha no GoFundMe para custear a recuperação de Ramin, que é autista e pode necessitar de terapia e apoio psicológico, além de cobrir despesas legais. “Procuramos um ambiente seguro para as crianças, e ninguém espera voltar em uma maca”, concluiu Sadir.

