Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje com iCHAIT.COM

Mãe pretende processar após escola supostamente colocar garoto de 8 anos com autismo em caixa de ‘timeout’ de madeira

Date:


Escola Salmon River sob acusação por ‘caixa de timeout’ em aluno autista (Foto: Instagram)

A mãe de um menino de 8 anos com autismo planeja entrar com uma ação judicial contra o distrito escolar de Salmon River, em Fort Covington (Nova York), após descobrir que o filho, que é não verbal, teria sido repreendido dentro de uma caixa de madeira apelidada de “timeout”. A medida teria sido adotada sem o consentimento ou mesmo o conhecimento prévio de Rhonda Garrow, que se senti traída ao perceber que o filho foi confinado sob o pretexto de disciplina.

++ Renda passiva turbo: copie o sistema de IA que está fazendo gente comum lucrar

Segundo nota divulgada em 6 de janeiro pelo escritório Tully Rinckey PLLC., que representa Garrow, a família prepara um processo de aproximadamente R$ 132.500,00 contra o Salmon River Central School District. A mãe tomou ciência do caso ao ver uma publicação no Facebook, posteriormente confirmada por reportagem da emissora WRGB, de Albany, revelando que a caixa de madeira era destinada a seu filho.

++ Fux assume ação que pode soltar Bolsonaro e Brasília entra em clima de guerra política

“Eu me sinto traída”, declarou Garrow ao The New York Post, ressaltando que “eles usaram a deficiência dele contra ele, pois ele não consegue falar e se defender. O único recurso é chorar, gritar ou tentar fugir”. De acordo com relatos, o filho passou a fazer todas as refeições dentro da caixa, que fazia parte do que a escola chamou de plano de intervenção comportamental (Behavior Intervention Plan). Garrow afirma que jamais autorizou nem foi informada sobre essa medida.

Esse tipo de plano de intervenção é previsto pela legislação americana (Individuals with Disabilities Education Act – IDEA), mas deve ser acordado entre a escola e os responsáveis, visando sempre o ambiente menos restritivo possível. A prática de isolamento, mesmo em estruturas conhecidas como “timeout rooms” ou “seclusion rooms”, tem gerado controvérsia e exigência de maior fiscalização, já que pode violar direitos fundamentais de crianças com necessidades especiais.

Dados oficiais apontam que cerca de 60% dos estudantes do distrito são nativos americanos e que uma das escolas onde as caixas foram usadas está localizada na reserva tribal St. Regis Mohawk. A polícia estadual informou que o caso está sendo tratado pelas autoridades da própria comunidade tribal. Enquanto isso, a direção de educação especial, um diretor, um diretor de escola e um professor foram afastados, e um superintendente interino assumiu o distrito.

Apesar de a administração escolar ter desmontado e removido as caixas de madeira das salas de aula, o escritório Tully Rinckey segue com a ação para expor as práticas adotadas e buscar reparação pelos direitos violados de Rhonda Garrow e de seu filho. Até o momento, o distrito não se manifestou oficialmente sobre o processo.

Share post:

Assine

spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

Popular

Notícias
Relacionadas

Vidente brasileira Vó Bahiana prevê abdução em massa durante jogo da Copa do Mundo

Vó Bahiana prevê invasão alienígena...

Urgente! PF revela áudios de Hugo Motta pedindo R$ 22 milhões a Vorcaro

Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo...

Quem é a brasileira condenada pela morte da sósia de Kim Kardashian

Na última terça-feira (16), a brasileira Vivian Alexandra Gomez,...