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Menino de 6 anos teria recebido molho de pimenta como ‘disciplina’ em classe de educação especial, e agora a mãe se pronuncia

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Mãe de criança autista denuncia abuso na escola em Nova Jersey (Foto: Instagram)

Uma mãe de Nova Jersey afirma que o filho de 6 anos, autista e não verbal, foi alvo de um método de disciplina extremo: um assistente de professor teria colocado molho de pimenta em sua boca para “corrigir” o comportamento dos alunos de educação especial. A denúncia levou a distrito escolar a abrir investigação e o funcionário mencionado já não trabalha mais na instituição.

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A denúncia chegou através de uma publicação no Facebook, em 22 de dezembro, feita pela substituta de ensino Kenya Hilton. Ela relata ter sido informada por outra educadora de que, em duas turmas de pré-escola e jardim de infância da Dale Avenue Elementary School, a prática teria sido aplicada como castigo. Segundo Hilton, a investigação do Paterson Public Schools começou no dia seguinte e resultou na demissão do assistente envolvido.

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Ainda em 23 de dezembro, preocupada com o impacto sobre seu filho mais novo, Lamond, Quasheema Frye, de 36 anos, contatou a secretaria da escola. Foi informada de que as acusações não se referiam à sala de seu filho, mas que as autoridades estavam apurando os fatos. Lamond faz parte de uma turma de dez alunos com necessidades especiais e não se comunica verbalmente, o que aumentou o receio da mãe.

Duas semanas depois, Frye afirma ter recebido ligação da diretora sugerindo que a apuração confirmou a aplicação do molho de pimenta a estudantes – incluindo seu filho – e que “o caso já havia sido resolvido” porque o suposto agressor “não fazia mais parte da equipe”. Em contato posterior, porém, a escola negou ter confirmado oficialmente o fato.

Em reunião com o superintendente, ainda nesta semana, Quasheema foi informada de que o funcionário em questão atuava como assistente de professor. O distrito, citando o andamento de processo administrativo, não divulgou o nome do indivíduo nem o período de contratação. Segundo a assessoria do Paterson Public Schools, “a pessoa investigada não faz mais parte do quadro de funcionários” e “toda criança deve se sentir segura e respeitada”.

Frye relata ter percebido, em novembro, mudanças físicas e emocionais em Lamond: o garoto chegava em casa chorando e gritando após o transporte escolar. O motorista dizia não saber o que ocorria, apenas que ele desembarcava bastante agitado. Esses sinais teriam cessado recentemente, mas a mãe não descarta que estejam ligados ao ocorrido.

Indignada com a falta de transparência, Quasheema Frye, acompanhada de Salaam Ismial, representante do National United Youth Council, cobra divulgação completa dos resultados da apuração, identificação de todas as vítimas e responsabilização criminal do assistente. “Precisamos que outros pais se sintam seguros para denunciar”, afirma Frye. “Há itens de política escolar que precisam ser revistos imediatamente.”

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