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Boy, 2, Dies Suddenly from Rare Disease with Flu-Like Symptoms, Weeks Before His Birthday: He ‘Had the Biggest Personality’

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Família alerta para Kawasaki após morte inesperada de menino de 2 anos (Foto: Instagram)

Um menino de 2 anos morreu de forma inesperada após apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, apenas semanas antes de completar três anos. O pequeno Hudson Hughie Martin desmaiou ao subir a escada de sua casa no dia 8 de janeiro e, mesmo com mais de uma hora de tentativas de reanimação pelos socorristas, seu coração não reagiu.

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Os pais de Hudson só foram informados da gravidade da situação no local. “Eles fizeram absolutamente tudo o que podiam”, disse o pai, Damien Martin, ao Bristol Live. “O coração dele simplesmente não voltou a bater.” Mesmo após a chegada dos paramédicos e os esforços exaustivos, o menino foi declarado morto assim que chegou a equipe de suporte avançado.

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Quando tinha sete meses de vida, Hudson recebeu o diagnóstico de doença de Kawasaki, conforme relato em uma campanha do GoFundMe iniciada pela tia Danielle. Trata-se de uma vasculite que inflama artérias de médio calibre e afeta principalmente crianças pequenas. A doença provoca inchaço em gânglios linfáticos e membranas mucosas da boca, nariz, olhos e garganta. O tratamento padrão inclui doses de imunoglobulina intravenosa e aspirina em pequenas quantidades para reduzir a inflamação e prevenir complicações cardíacas.

Nas semanas que antecederam o diagnóstico, Hudson piorou a cada dia. “Ele ficou deitado, quase sem se mexer”, lembrou Damien. Os médicos realizavam exames repetidos e coletas de sangue, mas não identificavam a causa. Somente após outro profissional relacionar os sinais clínicos à Kawasaki ele foi tratado. A criança passou por duas rodadas de terapia e chegou a apresentar melhora no apetite e no comportamento, mas os exames continuavam indicando alterações significativas nos marcadores inflamatórios.

Após a alta, Hudson ficou sob acompanhamento cardiológico por causa de um aneurisma coronariano identificado junto ao coração. Nos meses seguintes, tomou anticoagulantes e anti-inflamatórios conforme protocolos recomendados pela Mayo Clinic. Em casos de Kawasaki, é comum a realização de ecocardiogramas periódicos para monitorar riscos de formação de aneurismas, recolhimento das artérias coronárias e segurança na reintrodução de atividades diárias.

Mesmo enfrentando tantas dificuldades, a família lembra dele como uma criança vibrante. “Você nunca diria que ele estava doente apenas olhando fotos ou vídeos”, destacou Damien. A tia Danielle recorda: “Ele amava dançar ao som de música alta. Era um garotinho destemido e cheio de personalidade, adorado pelos irmãos Kieran, Preston e Ashton.” Natalie, a mãe, reforçou que Hudson “quis viver tudo por conta própria, escalava o maior escorregador e não parava quieto”.

Agora, os pais se empenham em alertar outros responsáveis para diagnosticar a doença o mais cedo possível. Como não há exame específico, Kawasaki é reconhecida pela exclusão de outras condições e pelo conjunto de sintomas persistentes. “Se os pais souberem o que observar, podem questionar os profissionais e buscar o tratamento adequado com mais rapidez”, afirmam Damien e Natalie.

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