A Polícia Civil do Distrito Federal investiga a atuação de Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, três técnicos de enfermagem suspeitos de provocar a morte de pacientes internados no Hospital Anchieta, em Taguatinga. De acordo com informações do Metrópoles, as mortes ocorreram nos meses de novembro e dezembro de 2025 e são tratadas como homicídios. Os suspeitos foram presos na última segunda-feira (19), após denúncias feitas pela própria unidade hospitalar.
As apurações integram a Operação Anúbis, conduzida pela Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP). Segundo a investigação, os técnicos teriam aplicado diretamente na veia das vítimas uma substância que, fora dos protocolos médicos, pode causar parada cardíaca em poucos minutos.
Fontes ligadas ao inquérito afirmam que o composto utilizado chamou a atenção dos investigadores por ter efeito rápido e por ser de difícil detecção em exames iniciais, o que pode mascarar a causa real da morte e simular óbitos naturais ou decorrentes de complicações clínicas.
A primeira fase da operação foi deflagrada em 11 de janeiro, com apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por decisão judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços localizados em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.
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Durante as diligências, a polícia apreendeu documentos e dispositivos eletrônicos considerados relevantes para a investigação. O material está sendo analisado para reconstruir a dinâmica dos crimes e verificar se houve planejamento, repetição do método ou atuação conjunta dos envolvidos.
A Polícia Civil informou que a investigação busca esclarecer se os homicídios ocorreram de forma isolada ou se há indícios de um padrão de atuação dentro da unidade hospitalar, além de apurar a possível participação de outros envolvidos.
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