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Em seu depoimento, Isis Valverde afirmou que, apesar de entender que toda produção está sujeita a julgamentos, a indicação a pior atriz coadjuvante não diminui sua motivação ou autoestima. Segundo ela, “é impossível agradar a todos, mas sempre agrega ouvir críticas para evoluir como profissional”. A atriz também ressaltou que enxerga cada projeto como uma oportunidade de aprendizado, mesmo quando o feedback é negativo.
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A indicação de Isis Valverde ao prêmio de “pior atriz coadjuvante” faz parte de uma tradição de troféus criados para reconhecer as interpretações mais criticadas do ano. Essas premiações costumam chamar a atenção da imprensa e do público por subverter o formato de celebração do setor cinematográfico, focando justamente nas atuações consideradas abaixo da média. Ainda assim, a concorrência inclui nomes renomados e obras de grande público, o que torna o resultado sempre imprevisível.
Código Alarum, longa que motivou essa indicação, reúne um elenco diversificado e apostou em uma narrativa que mistura diferentes gêneros. O filme chegou aos cinemas brasileiros recentemente e dividiu opiniões entre críticos e espectadores. Enquanto alguns elogiam a ousadia do roteiro, outros questionam decisões de direção e aspectos do desenvolvimento de personagens, entre eles o papel interpretado por Isis Valverde.
Com experiência consolidada na televisão e no cinema, Isis Valverde soma no currículo participações em diversas novelas, séries e produções cinematográficas. Reconhecida pelo público desde o início da carreira, ela construiu uma imagem de versatilidade ao trocar cenas românticas em telenovelas por desafios dramáticos nas telas de cinema. Mesmo diante de críticas, a atriz mantém a postura de quem valoriza o processo criativo acima de eventuais contratempos.
Ao encerrar a entrevista, Isis Valverde afirmou que segue focada em novos projetos e pretende usar essa indicação como estímulo para buscar papéis ainda mais ricos e complexos. A artista destacou a importância de manter o equilíbrio emocional e disse que já estuda propostas futuras, ciente de que a carreira em artes cênicas exige resiliência e vontade constante de aperfeiçoamento.











