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Gestação rara de lagarto guthega skink pode aumentar população criticamente ameaçada de 11 para 13

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Lagarto alpino criticamente ameaçado ganha reforço com gravidez rara (Foto: Instagram)

Uma gestação rara de guthega skink pode elevar de 11 para 13 o número de indivíduos de uma espécie considerada criticamente ameaçada no estado de Victoria, na Austrália. Esse pequeno lagarto alpino, que passa cinco meses do ano hibernando sob a neve, vive exclusivamente em altitudes superiores a 1.600 metros no planalto de Bogong. A fêmea chamada Omeo está grávida de, ao menos, dois filhotes, o que representaria um acréscimo relevante para uma população tão restrita.
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Com base em exame físico conduzido por especialistas de Zoos Victoria, Omeo pode dar à luz duas crias em março. Normalmente, as fêmeas dessa espécie geram um ou dois filhotes por gestação e esses lagartos podem viver mais de 15 anos. O anúncio da gravidez entrou em destaque no The Guardian, que também cobriu o avanço do programa de reprodução em cativeiro para essa espécie vulnerável.
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O guthega skink é classificado como uma das espécies mais ameaçadas da fauna australiana e detém o status de criticamente em perigo no estado de Victoria, segundo Zoos Victoria. Seu habitat, o planalto alpino, tem sofrido redução de área devido às mudanças climáticas, que alteram a cobertura vegetal e dificultam a disponibilidade de refúgios sob a neve. Além disso, incêndios florestais e predadores introduzidos elevam ainda mais o risco de sobrevivência desses répteis.

“Eles são extremamente vulneráveis, dado o ambiente em que vivem”, explicou Dr Zak Atkins, diretor da Snowline Ecology, em entrevista ao The Guardian. O especialista ressalta que esses lagartos dependem de temperaturas frias e de micro-habitats específicos para concluir seu ciclo de vida, o que torna o controle de ameaças externas crucial.

O programa de reprodução em cativeiro de Zoos Victoria tem sido fundamental para a recuperação da espécie. Em dezembro de 2025, sete exemplares foram soltos em uma área protegida do Alpine National Park, juntando-se aos quatro que já estavam em liberdade controlada. Todos os animais liberados sobreviveram até agora, o que reforça o potencial dessa estratégia de conservação. A reprodução em cativeiro consiste em manter um número limitado de indivíduos em ambiente controlado, garantindo nascimentos seguros e, posteriormente, a reintrodução no habitat natural.

O local de soltura dos guthega skinks é marcado por rochas de granito e vegetação típica de alta montanha, como o “alpine mint brush” e a “snow beard-heath”, plantas que compõem a dieta preferida desses lagartos. “Está indo muito bem. Parece uma colônia selvagem funcionando normalmente, exatamente como queríamos”, celebra Atkins sobre o desenvolvimento do grupo no campo.

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