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Ronald Poppo teve o rosto comido por um homem sob efeito de drogas em Miami

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Ronald Poppo, então com 65 anos, foi vítima de um ataque violento em maio de 2012, em Miami, nos Estados Unidos, quando teve grande parte do rosto mutilada por um homem em via pública. O caso ocorreu em uma passarela próxima ao centro da cidade e foi interrompido após a intervenção da polícia, que baleou o agressor para conter a violência. O homem faleceu no local.

De acordo com as investigações, Poppo, que vivia em situação de rua, foi atacado por Rudy Eugene, de 31 anos, em um episódio que durou cerca de 18 minutos e foi registrado por câmeras de segurança da região. As imagens mostram o agressor sobre a vítima durante todo o período, enquanto realizava a agressão.

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Segundo a polícia, Eugene apresentava comportamento alterado e não respondeu às ordens para cessar o ataque. Diante da situação, um policial efetuou quatro disparos para interromper a violência. Poppo foi socorrido em estado grave, com aproximadamente 75% do rosto comprometido, incluindo nariz, boca e olhos.

As gravações feitas nas proximidades do prédio do jornal Miami Herald foram utilizadas como parte da apuração e ajudaram a reconstruir a dinâmica do crime. O material mostrou a sequência da agressão e a chegada das equipes de segurança.

Rudy Eugene possuía antecedentes criminais e já havia sido detido anteriormente por agredir e ameaçar a própria mãe, em 2008. Na ocasião, a polícia relatou dificuldades para contê-lo, sendo necessário o uso de arma de choque.

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Em entrevista à afiliada da ABC, WPLG, o detetive Mike Pons afirmou: “Ele não cooperava, não obedecia às ordens, era muito agressivo. Ele tinha aquele olhar perdido, encarando você fixamente, sem avaliar ou entender quais eram as ordens”.

Autoridades também informaram que havia suspeita de que Eugene pudesse ter problemas de saúde mental, mas que ele não havia sido encaminhado a programas específicos de acompanhamento antes do episódio.

Na época, investigadores levantaram a possibilidade de que o agressor estivesse sob efeito de drogas conhecidas como “sais de banho”, substâncias associadas a surtos de agressividade. No entanto, exames toxicológicos levaram semanas para serem concluídos, e não foram encontrados indícios imediatos no local.

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