
Defesa de Bolsonaro pede prisão domiciliar por motivos de saúde (Foto: Instagram)
A defesa do presidente Jair Bolsonaro alegou que ele enfrenta riscos à saúde caso continue detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Os advogados do presidente sugeriram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a possibilidade de transferência para prisão domiciliar, desde que seja autorizado o uso de tornozeleira eletrônica.
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Segundo os defensores, Bolsonaro tem histórico de problemas de saúde que poderiam se agravar com a permanência no presídio. Eles destacaram que a estrutura médica da Papuda não seria adequada para atender às necessidades do presidente, que já passou por diversas cirurgias e tratamentos médicos nos últimos anos.
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A proposta da defesa inclui o uso de monitoramento eletrônico como forma de garantir o cumprimento das medidas judiciais, caso o ministro Moraes decida conceder a prisão domiciliar. O pedido ainda está sob análise do STF, que deve considerar tanto os argumentos médicos quanto os aspectos legais do caso.
Bolsonaro está preso preventivamente por decisão do Supremo, no âmbito de investigações que apuram suposta tentativa de golpe de Estado. A permanência dele na Papuda tem gerado debates entre aliados e opositores, especialmente diante das condições de saúde alegadas por seus advogados.
A equipe jurídica também apresentou laudos médicos para reforçar o pedido, apontando que o ambiente prisional pode representar riscos adicionais ao bem-estar físico e emocional do presidente. Eles ressaltaram que a prisão domiciliar, com tornozeleira, manteria a vigilância judicial sem comprometer sua saúde.
A decisão de Moraes sobre o pedido de domiciliar ainda não tem data definida, mas deve considerar a jurisprudência do STF em casos semelhantes. Enquanto isso, Bolsonaro segue detido na Papuda, sob cuidados médicos regulares.

