
Presidente Lula remove lesão de queratose actínica do couro cabeludo. (Foto: Instagram)
A lesão de queratose actínica removida do couro cabeludo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está associada à exposição prolongada ao sol, segundo especialistas. Embora seja comum em pessoas com mais idade e pele clara, essa condição pode evoluir para um tipo de câncer de pele se não for tratada adequadamente.
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De acordo com dermatologistas, a queratose actínica é considerada uma lesão pré-cancerosa, provocada principalmente por danos causados pelos raios ultravioleta. A remoção precoce, como foi feita no caso do presidente Lula, é fundamental para evitar complicações mais graves.
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O procedimento foi realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e não exigiu internação. Lula passou por uma pequena cirurgia ambulatorial e seguiu com sua agenda normalmente após a intervenção. Segundo o boletim médico, a lesão foi completamente retirada e enviada para análise laboratorial.
A queratose actínica se manifesta como pequenas áreas ásperas e escamosas na pele, geralmente em regiões expostas ao sol, como rosto, orelhas, braços e couro cabeludo. O diagnóstico precoce e o tratamento são essenciais para impedir que a lesão evolua para um carcinoma espinocelular, um tipo de câncer de pele.
Médicos recomendam o uso diário de protetor solar, chapéus e roupas adequadas como formas de prevenção. Além disso, consultas regulares ao dermatologista são importantes, especialmente para pessoas com histórico de exposição solar intensa.
Apesar da preocupação que o diagnóstico pode causar, especialistas reforçam que a queratose actínica tem tratamento eficaz e, quando identificada cedo, apresenta ótimo prognóstico. A retirada da lesão é simples e segura, como demonstrado no caso do presidente Lula.

