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Exercícios do assoalho pélvico reduzem risco de incontinência urinária e outros problemas em mulheres

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Exercícios para o assoalho pélvico ajudam na saúde feminina antes e após a gravidez. (Foto: Instagram)

Uma nova análise de estudos envolvendo mais de 21 mil mulheres confirmou que fortalecer os músculos do assoalho pélvico é eficaz para prevenir e tratar a incontinência urinária. A revisão mostrou que esse tipo de exercício pode ser uma alternativa segura e acessível para melhorar a qualidade de vida de mulheres de diferentes idades.

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Além de combater a incontinência, os exercícios também ajudam a evitar o prolapso de órgãos pélvicos e a diástase abdominal, condição em que os músculos do abdômen se separam. Esses benefícios tornam o fortalecimento do assoalho pélvico uma recomendação importante para mulheres, especialmente após a gravidez ou na menopausa.

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Os pesquisadores analisaram dados de dezenas de estudos clínicos e observaram que mulheres que praticaram exercícios específicos para essa região apresentaram melhora significativa na força muscular e redução nos sintomas de incontinência. A prática regular também contribui para uma recuperação mais rápida no pós-parto.

Especialistas destacam que os exercícios podem ser feitos em casa, sem a necessidade de equipamentos caros ou academias. Orientações simples de profissionais de saúde já são suficientes para que as mulheres aprendam a ativar corretamente os músculos envolvidos.

A recomendação é que os exercícios sejam incorporados à rotina diária, com sessões curtas e frequentes. A persistência é essencial, já que os resultados tendem a aparecer após algumas semanas de prática contínua.

A revisão também destacou que o fortalecimento do assoalho pélvico não apresenta efeitos colaterais significativos, o que o torna uma opção segura de prevenção e tratamento. Isso é especialmente relevante para mulheres que preferem evitar medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.

Por fim, os autores do estudo reforçam a importância de campanhas de conscientização sobre a saúde pélvica feminina, incentivando a prática preventiva desde a juventude até a terceira idade.

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