
Ministro Dias Toffoli enfrenta pressão para deixar relatoria de processo no STF. (Foto: Instagram)
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), está enfrentando pressão para se retirar da relatoria de um processo sensível. Há uma crescente preocupação entre juristas e membros do tribunal de que, se o plenário decidir pelo afastamento de Toffoli, todas as decisões que ele tomou até agora no caso poderão ser anuladas.
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A situação ganhou contornos mais delicados após manifestações de colegas da Corte, que indicam desconforto com a permanência de Toffoli na condução do processo. A possibilidade de invalidação das medidas já adotadas por ele, caso o plenário decida por seu afastamento, é vista como um risco jurídico relevante.
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A pressão interna no STF reflete a preocupação com a segurança jurídica e a estabilidade das decisões da Corte. Alguns ministros avaliam que a permanência de Toffoli pode comprometer a credibilidade do julgamento, especialmente se houver questionamentos futuros sobre a legalidade dos atos praticados por ele.
Toffoli, por sua vez, ainda não se manifestou publicamente sobre a possibilidade de deixar a relatoria. Nos bastidores, aliados afirmam que ele considera legítima sua atuação no caso e que não há motivos legais para seu afastamento.
A discussão sobre a conduta do ministro ocorre em meio a um ambiente político e jurídico sensível, com repercussões que podem ir além do próprio Supremo. O caso em questão tem desdobramentos que envolvem figuras públicas e decisões de grande impacto.
A decisão final sobre a permanência ou não de Toffoli na relatoria caberá ao plenário do STF, que deverá se pronunciar em breve. Até lá, cresce a expectativa dentro e fora da Corte sobre os próximos passos.

