Juliana Garcia dos Santos Soares, que foi brutalmente agredida dentro de um elevador em um condomínio de Natal, no Rio Grande do Norte, concluiu a cirurgia de reconstrução facial após sofrer múltiplas fraturas decorrentes das agressões, realizou procedimentos de harmonização e apresentou evolução positiva na recuperação. Em suas redes sociais, compartilhou registros dos resultados com o rosto totalmente reconstruído.
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O crime ocorreu no fim de julho, quando Juliana foi atacada pelo então namorado dentro do elevador do prédio. Imagens do circuito interno registraram as agressões, que somaram mais de 60 socos no rosto da vítima. O porteiro acompanhou a situação em tempo real pelas câmeras, acionou moradores e conseguiu conter o agressor até a chegada da Polícia Militar.
O suspeito, identificado como Igor, foi preso em flagrante no local. Posteriormente, a prisão foi convertida em preventiva, e ele permanece detido na Cadeia Pública de Ceará-Mirim. Às autoridades, o homem alegou ter sofrido uma crise de claustrofobia durante o episódio.
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O caso foi enquadrado como tentativa de feminicídio, conforme denúncia baseada no Artigo 121-A do Código Penal. A delegada responsável pela investigação, Victoria Lisboa, apontou a gravidade das agressões como elemento relevante no andamento do processo.
Após o ataque, Juliana passou por cirurgia de reconstrução facial para tratar as fraturas provocadas pelos golpes. Em publicações recentes, ela mostrou a evolução do tratamento e a reorganização das estruturas do rosto, indicando avanço no processo de recuperação.

