
Governo venezuelano repudia medida dos EUA e pede diálogo respeitoso (Foto: Instagram)
O governo venezuelano criticou com veemência a recente medida norte-americana dirigida ao país, classificando-a como injustificada e contrária aos princípios de respeito mútuo. O pronunciamento oficial destacou que tais decisões, adotadas sem consulta ou negociação prévia, deterioram ainda mais as relações diplomáticas e prolongam uma postura de animosidade bilateral.
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Em sua declaração, o governo venezuelano reforçou que a Venezuela não representa ameaça externa a nenhuma nação, incluindo os Estados Unidos, e que o rótulo imposto tende a alimentar tensões desnecessárias. O texto oficial também fez um apelo por um diálogo transparente, respeitoso e baseado no princípio da não interferência, pedindo a revogação ou revisão imediata da ação norte-americana.
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As críticas do governo venezuelano ocorrem em meio a um contexto de décadas de atritos com os Estados Unidos, marcados por sanções econômicas, restrições ao setor petrolífero e disputas sobre legitimidade política. Desde o início do século XXI, sucessivas administrações americanas têm adotado medidas punitivas com o objetivo declarado de pressionar decisões internas em Caracas, o que, segundo autoridades locais, só agravou a crise econômica e social do país.
Autoridades de Caracas insistem que a Venezuela tem buscado canais diplomáticos e instituições multilaterais para resolver desentendimentos, sem recorrer a confrontos ou retaliações. A retórica governamental destaca a importância de manter a soberania nacional, ao mesmo tempo em que defende a cooperação internacional em áreas como energia, comércio e segurança regional, sem que haja imposição de agendas externas.
Na conclusão do comunicado, o governo venezuelano reafirmou seu compromisso com a paz e a estabilidade, garantindo que continuará empenhado em estabelecer um diálogo construtivo com representantes dos Estados Unidos e de outros países. Ressaltou também que permanecerá vigilante diante de novos episódios de hostilidade e pronto para oferecer respostas diplomáticas proporcionais, mas sem abdicar do respeito aos seus próprios interesses nacionais.

