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Alerta de nevascas nos Estados Unidos leva ao cancelamento de ao menos 12 voos entre Brasil, Nova York e Boston

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Nevascas nos EUA provocam cancelamento de voos Brasil–Nova York e Boston (Foto: Instagram)

Ao menos 12 voos programados entre Brasil, Nova York e Boston foram cancelados em razão dos alertas de nevascas que atingem diversas regiões dos Estados Unidos. A medida considerou a intensidade prevista de neve, ventos fortes e queda acentuada de temperatura, fatores que comprometem a segurança das operações aéreas internacionais.

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As companhias aéreas responsáveis pelas rotas justificaram que não haveria condições adequadas para decolagem e pouso seguros nos principais aeroportos do Nordeste americano. Entre esses terminais, acumulam-se camadas de gelo e neve nas pistas, enquanto as equipes de solo enfrentam dificuldades para manter corredores de taxiamento livres. A decisão de cancelamento se antecipou às possíveis complicações no cronograma, já que as janelas de visibilidade ficariam comprometidas por tempestades de granizo e neblina gelada.

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Historicamente, tempestades de neve que afetam o território dos Estados Unidos provocam atrasos e cancelamentos em massa, sobretudo no período entre dezembro e março. Em episódios anteriores, ventos de até 100 km/h chegaram a cobrir pistas inteiras, interrompendo operações por até 48 horas seguidas. Para controlar o acúmulo de gelo, as equipes aplicam fluidos de deicing em aeronaves estacionadas, procedimento que exige tempo e infraestrutura especializada. Essa rotina de inspeção e desgelamento é imprescindível, mas pode causar atrasos prolongados quando as condições meteorológicas pioram rapidamente.

Para garantir a segurança de tripulantes e passageiros, as autoridades de aviação dos Estados Unidos emitem alertas com antecedência, baseados em prognósticos de órgãos meteorológicos nacionais. Esses comunicados orientam as companhias a ajustar suas escalas de voo, redirecionar trajetos e, em casos extremos, suspender operações. Além de priorizar a integridade das aeronaves, as empresas consideram também a possibilidade de sobrecarga nas salas de embarque e no sistema de bagagens, que pode ficar sobrecarregado pela alta demanda de reacomodações.

Passageiros afetados pelos cancelamentos buscam alternativas para chegar ao destino final ou retornar ao ponto de origem. Em voos de longa distância, como aqueles que conectam o Brasil a Nova York e Boston, a legislação internacional estabelece direitos que incluem transporte alternativo, refeição e hospedagem em caso de espera prolongada. As companhias aéreas costumam oferecer vouchers para alimentação e estadia em hotéis próximos ao aeroporto, além de garantir assistência psicológica para quem enfrenta transtornos em conexões múltiplas.

As previsões indicam que o centro da massa de neve deverá se deslocar nos próximos dias, permitindo uma retomada gradual das operações. Analistas meteorológicos estimam que montanhas de gelo serão derretidas pelo aumento marginal de temperatura, e que as equipes de solo conseguirão liberar as pistas em prazos menores. Enquanto isso, viajantes são orientados a acompanhar as atualizações das companhias aéreas e dos aeroportos, manter contato constante com centrais de atendimento e considerar viagens em horários alternativos até que a situação volte à normalidade nos principais terminais dos Estados Unidos.

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