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Ilha do arquipélago recebe 158 tartarugas juvenis geneticamente semelhantes à espécie extinta há mais de um século

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Arquipélago recebe 158 tartarugas juvenis geneticamente ligadas a espécie extinta (Foto: Instagram)

A Ilha do arquipélago recebeu 158 tartarugas juvenis que guardam semelhança genética com a espécie desaparecida há mais de um século. Esse envio representa um avanço significativo nos esforços de recuperação de populações extintas localmente, ao mesmo tempo em que aponta para a importância de parcerias entre centros de pesquisa e unidades de conservação para preservar a diversidade biológica em ambientes insulares.

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Os testes genéticos realizados indicam que os filhotes compartilham uma alta porcentagem do material hereditário com os ancestrais da tartaruga que deixou de existir no arquipélago há mais de cem anos. Essa proximidade genética oferece a oportunidade de reconstituir características fenotípicas e ecológicas da linhagem original, contribuindo para restabelecer funções-chave no ecossistema local.

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Todo o processo de reintrodução começou com a coleta de material biológico em ilhas próximas, seguido pela reprodução em cativeiro sob rigorosos protocolos de bem-estar animal. Pesquisadores realizaram análises de marcadores genéticos para assegurar que não houvesse contaminação de genes de espécies afins, garantindo a fidelidade ao genoma original da tartaruga extinta.

A escolha da Ilha do arquipélago como ponto de solta dos animais levou em conta fatores como disponibilidade de alimento, ausência de predadores terrestres e condições ambientais semelhantes às históricas. A restauração de habitats degradados e o controle de plantas invasoras foram etapas prévias essenciais para aumentar as chances de sobrevivência desses répteis.

Programas de recuperação de espécies extintas em ilhas ao redor do mundo têm adotado estratégias similares, combinando biotecnologia, manejo habitat-specific e educação ambiental para envolver comunidades locais. Esses projetos costumam durar décadas e dependem de monitoramento contínuo, com coletas periódicas de dados demográficos e comportamentais.

Ao longo dos próximos anos, as equipes planejam acompanhar os 158 filhotes por meio de marcações eletrônicas e observações de campo. As informações obtidas serão fundamentais para avaliar a adaptação dos animais, seu crescimento e eventual reprodução em liberdade, visando consolidar uma população viável que cumpra o papel ecológico da antiga espécie.

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