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Mais de 200 presos políticos iniciam greve de fome na Venezuela após liberação de 80 detentos com nova lei

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Manifestante exibe a bandeira da Venezuela em apoio à greve de fome de presos políticos (Foto: Instagram)

Mais de 200 presos políticos iniciaram uma greve de fome na Venezuela. Os detentos, distribuídos em várias penitenciárias do país, declaram o protesto como forma de reivindicar melhores condições de encarceramento e acelerar processos de revisão de suas prisões. O movimento ocorre em um contexto de crescente preocupação internacional sobre o tratamento de opositores do governo e da situação dos direitos humanos no sistema prisional venezuelano.

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No mesmo período em que a greve teve início, 80 pessoas foram libertadas no país, após a entrada em vigor da nova lei que prevê critérios revisados para a concessão de liberdade condicional e reavaliação de prisões preventivas. A legislação, sancionada recentemente, trouxe dispositivos que permitem reexame de sentenças com base em fatores como tempo de detenção, cumprimento de requisitos legais e condições de saúde dos detentos. Autoridades judiciais afirmam que o objetivo é desafogar o sistema carcerário e reduzir o número de prisões sem condenação definitiva.

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As greves de fome são uma forma tradicional de protesto não violento, adotada por presos políticos em várias partes do mundo para chamar atenção a demandas específicas. No âmbito jurídico, a medida costuma acionar comissões de direitos humanos e pressionar órgãos governamentais a dialogar. Historicamente, essa tática tem o propósito de expor condições precárias nas cadeias, denunciar atrasos judiciais e apelar para a solidariedade da sociedade civil e de organizações internacionais.

Em termos práticos, a nova lei aprovada na Venezuela estabelece diretrizes para que comitês de análise de penas revisem casos de detidos sem condenação final ou com possíveis falhas processuais. Entre as medidas estão a análise do tempo de custódia provisória, critérios de progressão de regime e requisitos para solicitar liberdade antecipada. Embora a norma ainda esteja em fase inicial de aplicação, juristas destacam que ela pode servir como referência para reformas mais amplas no sistema penitenciário.

O contexto dos presos políticos na Venezuela já levantou alertas de entidades como a Human Rights Watch e a Organização das Nações Unidas. Grupos de advocacia afirmam que, antes da nova lei, muitos detidos aguardavam julgamentos por anos, sem acesso pleno a defesa ou a recursos legais adequados. Agora, com a revisão prevista pela legislação, espera-se que casos de longa duração possam ter soluções mais céleres, beneficiando especialmente aqueles sem condenações definitivas.

O desdobramento da greve de fome e o efeito prático da medida de soltura de 80 pessoas serão acompanhados de perto por observadores nacionais e internacionais. Movimentos de defesa dos direitos humanos e familiares dos detentos monitoram o cumprimento da nova lei, enquanto organizações não governamentais avaliam se as mudanças serão suficientes para melhorar as condições no sistema carcerário da Venezuela e atender às reivindicações dos presos políticos.

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