++ Do zero à renda passiva: aprenda a usar IA para criar negócios
O vídeo em questão mostra um momento em que diversos admiradores estenderam as mãos em direção à atriz, pedindo que ela saltasse para a plateia. As imagens ganharam destaque em perfis de celebridades e páginas de entretenimento, gerando comentários sobre a relação entre artistas e fãs em eventos de grande porte. Internautas elogiaram a simpatia de Marina Ruy Barbosa por trocar olhares e cumprimentar quem estava mais próximo, mas também questionaram o protocolo de segurança que impedia um contato físico mais próximo.
++ Uma criança mentiu sob pressão, e um homem perdeu 39 anos da vida por um crime que não cometeu
Em comunicado oficial disponibilizado nas redes sociais, Marina Ruy Barbosa destacou que nunca teve a intenção de frustrar o público e que compreende o interesse dos fãs em vivenciar um contato mais direto. A atriz relembrou experiências anteriores em que artistas saltaram do trio elétrico e acabaram se machucando ou provocando tumultos. Segundo Marina Ruy Barbosa, o risco de acidentes em cima de estruturas móveis é alto, sobretudo em ambientes com imensa concentração de pessoas.
Para contextualizar, o trio elétrico nasceu em Salvador, na Bahia, em 1950, quando os irmãos Dodô e Osmar adaptaram um carro de som para percorrer as ruas durante o Carnaval. A tradição acabou se espalhando por outras capitais brasileiras e hoje movimenta milhões de foliões em blocos e desfiles de Carnaval em todas as regiões do país. Grandes nomes da música e artistas de televisão são frequentemente convidados para subir nos palcos móveis e animar multidões ao som de marchinhas, axé e outros ritmos típicos da festa.
Em eventos desse porte, é comum haver um esquema robusto de segurança, envolvendo seguranças particulares e equipes de órgãos públicos. As medidas incluem barreiras físicas, corredores livres para passagem do trio e acompanhamento de socorristas. No caso de Marina Ruy Barbosa, a própria assessoria confirmou que especialistas em prevenção de riscos orientaram a impedir qualquer tipo de descida improvisada, com o objetivo de evitar quedas, esmagamentos ou imprevistos gerados pela pressa dos foliões.
Apesar da restrição, Marina Ruy Barbosa continuou aproveitando o desfile com sorrisos e acenos, mantém seu cronograma de participações em outros blocos e promete encerrar as festividades em alta. A divulgação do episódio reacendeu debates sobre segurança em grandes eventos e a forma como artistas equilibram a vontade de se aproximar do público com a necessidade de garantir proteção para si próprios e para os espectadores em momentos de alta emoção.












