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Prestes a completar 4 anos da guerra na Ucrânia, Zelensky diz que Kiev “detém Putin” enquanto negociações permanecem sem acordo

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Zelensky afirma que Ucrânia “detém Putin” em pressão militar e diplomática (Foto: Instagram)

O presidente ucraniano Zelensky afirmou que, à medida que se aproximam quatro anos desde o início da guerra na Ucrânia, as forças de Kiev “detêm Putin” em termos de pressão militar e diplomática, embora não haja consenso em um possível acordo de paz. Zelensky ressaltou que a Ucrânia segue firme em sua resistência ao avanço russo, mantendo a iniciativa nos campos de batalha e exigindo garantias de segurança sólidas para qualquer negociação futura.

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Em entrevista recente, Zelensky comentou que as conversas de paz estão estagnadas e sem perspectivas de um entendimento rápido, pois as exigências de Moscou ainda incluem a renúncia ucraniana a territórios ocupados, o que Kiev recusa veementemente. As negociações, mediadas por países terceiros e organizações internacionais, têm alternado momentos de esperança com sucessos limitados, mas não avançaram para um tratado definitivo que garanta o fim das hostilidades.

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Desde fevereiro de 2022, quando a Rússia lançou uma ofensiva em larga escala contra a Ucrânia, o conflito se tornou o maior confronto armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Zelensky, que assumiu a presidência em 2019, viu sua liderança testada pela invasão e mobilizou apoios internacionais, incluindo pacotes de sanções contra Moscou e fornecimento de armas. Apesar do forte apoio de aliados europeus e americanos, o território ucraniano continuou a sofrer ataques, com cidades estratégicas disputadas e linhas de frente em constante movimentação.

Nas rodadas de conversas de paz realizadas ao longo desses anos, participaram representantes da Ucrânia, da Rússia e de nações como Turquia, França e Alemanha, além de organizações como as Nações Unidas e a União Europeia. No entanto, as propostas de cessar-fogo e trocas de prisioneiros dificilmente evoluíram para um acordo de alto nível. Zelensky enfatiza que Kiev não aceitará termos que comprometam a integridade territorial ou a soberania ucraniana, ponto central na sua retórica desde o primeiro dia da guerra.

O estilo de liderança de Zelensky, ex-ator e comediante que conquistou Brasília ao mostrar-se próximo aos cidadãos, agora é marcado por visitas frequentes às zonas de conflito e por discursos transmitidos ao vivo a parlamentos estrangeiros. Sua estratégia inclui atrair atenção global para a situação humanitária na Ucrânia, pressionar por mais armas e treinamentos para o Exército ucraniano, além de buscar respaldo jurídico para julgar crimes de guerra cometidos no território nacional.

Enquanto o impasse nos diálogos continua, Zelensky e seu governo trabalham num plano de reconstrução pós-conflito que prevê o fortalecimento de instituições democráticas, a retoma de infraestruturas danificadas e a reestruturação econômica. A expectativa em Kiev é que, embora o processo de paz ainda não tenha avançado, o fortalecimento militar e diplomático da Ucrânia possa forçar novos termos mais favoráveis no futuro, mantendo a posição de que “detém Putin” não apenas como um slogan, mas como reflexo de uma capacidade crescente de resistência.

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