
Lula posa com representantes sul-coreanos durante evento de cooperação estratégica e cultural (Foto: Instagram)
O presidente Lula afirmou que Brasil e o país asiático possuem vastas possibilidades de colaboração e intercâmbio em segmentos considerados estratégicos. Em seu pronunciamento, Lula ressaltou a importância de estreitar laços bilaterais para potencializar investimentos mútuos e diversificar cadeias produtivas, especialmente em setores de tecnologia, energia limpa e inovação. Segundo o chefe do Executivo, essa aproximação pode criar sinergias capazes de fortalecer a economia nacional e promover avanços em pesquisa e desenvolvimento, ao mesmo tempo em que gera benefícios sociais e ambientais para ambas as nações.
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Na avaliação de Lula, o intercâmbio de conhecimento técnico e científico com ese país asiático representa uma oportunidade histórica. O presidente destacou que, ao promover missões comerciais e parcerias acadêmicas, o Brasil pode absorver práticas de ponta em áreas como inteligência artificial, biotecnologia e infraestrutura sustentável. Para ele, a troca de especialistas e estudantes favorece a formação de capital humano qualificado, ao passo que abre mercado para empresas brasileiras exportarem soluções inovadoras, aumentando o leque de faturamento e competitividade internacional.
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Entre as áreas estratégicas apontadas pelo presidente Lula estão a agricultura de precisão, a produção de fertilizantes verdes e a tecnologia de redes de comunicação de alta velocidade. A cooperação nesses segmentos pode contribuir para otimizar processos produtivos no campo, reduzir custos logísticos e acelerar a implantação de soluções de Internet das Coisas (IoT) em território nacional. Paralelamente, o intercâmbio em pesquisas conjuntas pode ampliar a capacidade de inovação de laboratórios brasileiros, fomentando novas patentes e startups de base tecnológica.
No campo energético, Lula enfatizou a possibilidade de parcerias em projetos de energias renováveis, como usinas solares e eólicas, além de programas de dessalinização e aproveitamento de biomassa. Segundo ele, o compartilhamento de know-how permite ao Brasil se consolidar como um dos principais players globais na geração limpa, ao mesmo tempo em que contribui para a agenda climática internacional. A integração entre políticas públicas e privadas, complementada por investimentos estrangeiros, pode acelerar o alcance das metas de redução de emissões e desenvolvimento sustentável.
Historicamente, o Brasil mantém relações diplomáticas com diversas nações asiáticas por meio de fóruns multilaterais e acordos de livre comércio. Lula relembrou que a participação em blocos como os BRICS e o G20 tem aberto canais de diálogo com países-chave do continente. Para o presidente, aprofundar esses vínculos bilaterais, por meio de missões econômicas e intercâmbios culturais, fortalece a presença brasileira no cenário global e contribui para a diversificação de parceiros comerciais, reduzindo a dependência de mercados tradicionais.
Por fim, o presidente Lula sinalizou que, nas próximas semanas, a equipe do Ministério das Relações Exteriores irá organizar encontros com representantes do país asiático para definir cronogramas de visitas mútuas e planos de ação. O objetivo, segundo o governo, é estabelecer grupos de trabalho com foco em temas prioritários e criar um roteiro de projetos conjuntos que possam ser implementados ao longo dos próximos anos, consolidando uma agenda abrangente de cooperação estratégica.


