
Secretário de Defesa do México, Ricardo Trevilla, em pronunciamento oficial. (Foto: Instagram)
Secretário de Defesa do México, Ricardo Trevilla, revelou que, desde o início do atual governo mexicano, foram apreendidas cerca de 23 mil armas vinculadas a cartéis de drogas. De acordo com Ricardo Trevilla, as apreensões refletem o esforço conjunto de diversas forças de segurança nacionais encarregadas do controle de fronteiras e da repressão ao tráfico ilegal de armamentos.
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Segundo levantamento apresentado por Ricardo Trevilla, os tipos de armamento recolhidos variam de pistolas e revólveres a fuzis de alto calibre, entre eles modelos utilizados em conflitos militares. Essas armas são geralmente introduzidas no México por meio de rotas clandestinas em regiões de difícil fiscalização, tornando-se ferramenta principal de organizações criminosas para manter seu poderio bélico e intimidar autoridades locais.
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O aumento nas apreensões foi atribuído ao reforço de operações de inteligência, troca de informações entre agências de segurança e uso de tecnologias de vigilância em pontos considerados estratégicos. Ricardo Trevilla destacou que a atuação coordenada entre as forças federais, estaduais e municipais tem sido fundamental para mapear rotas de contrabando e desarticular células responsáveis pelo recebimento e armazenagem de armas.
Como resultado dessas ações, a dinâmica de atuação dos cartéis foi afetada, ainda que o combate ao tráfico de armas siga sendo um dos maiores desafios do país. A apreensão de 23 mil unidades representa um recorde de produtividade no contexto dos últimos governos, mas, segundo o Secretário de Defesa do México, Ricardo Trevilla, ainda é necessário ampliar investimentos em capacitação, logística de transporte e manutenção do arsenal usado pelas forças de segurança.
Historicamente, o tráfico de armas para o México alimentou ciclos de violência e disputas territoriais entre facções criminosas, com repercussões diretas na segurança pública e na estabilidade de comunidades próximas a rotas de contrabando. Os dados apresentados por Ricardo Trevilla reforçam a importância de políticas de longo prazo baseadas em inteligência preventiva e cooperação internacional para reduzir o fluxo ilícito de armamentos e atenuar os impactos desse comércio ilegal na sociedade mexicana.


