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Morte de El Mencho provoca disputa interna pelo poder no Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG)

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Facções do CJNG em confronto após a morte de El Mencho (Foto: Instagram)

A inesperada morte de El Mencho, considerado o maior narcotraficante em atuação no México nas últimas décadas, abriu uma disputa interna pelo poder no Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG). Sem a liderança firme que por anos centralizou as operações do grupo, facções rivais começaram a batalhar pelo controle das rotas de tráfico, das células de ataque e das redes de corrupção que garantiam sua expansão. Essa ruptura marca uma fase crucial na história do CJNG e pode redefinir o equilíbrio de forças tanto dentro do cartel quanto em relação a outras organizações criminosas.

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A ausência de El Mencho deixa um vácuo de poder que desafia a estrutura hierárquica do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG). Tradicionalmente, o cartel mantinha uma organização rígida, com comandantes regionais subordinados a uma liderança centralizada. Agora, membros de diferentes células procuram assumir posições de destaque, impondo sua influência em estados-chave como Jalisco, Guanajuato e Colima. Essa disputa interna já resulta em movimentações estratégicas e possíveis alianças temporárias visando fortalecer grupos rivais.

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El Mencho alcançou notoriedade ao transformar o Cartel Jalisco Nova Geração em uma das facções mais ousadas e violentas do país. Desde sua ascensão, o grupo expandiu rapidamente o alcance de atuação, consolidando redes de distribuição de drogas na América do Norte e em mercados europeus. A estratégia de El Mencho incluía alianças pontuais com outras organizações criminosas e a adoção de táticas militares para enfrentar o governo mexicano, garantindo grande influência em vários estados e grande poder de intimidação.

O Cartel Jalisco Nova Geração destacou-se pelo tráfico de metanfetaminas, fentanil e outras substâncias sintéticas, além de atuar em extorsões, sequestros e lavagem de dinheiro. A eficiência operacional e a brutalidade empregada pelos grupos de elite do CJNG tornaram a facção uma das maiores ameaças ao Estado mexicano. Mesmo a retirada de El Mencho do comando não diminui a capacidade logística que ele ajudou a estruturar ao longo de anos de liderança.

Em ocorrências anteriores no mundo do narcotráfico, a queda de um líder costuma desencadear fragmentação e disputas violentas. A sucessão de El Mencho poderá seguir essa lógica, resultando em aumento de confrontos internos, ataques a civis e embates com forças de segurança. A competição por rotas lucrativas de contrabando e por pontos de distribuição tende a intensificar as hostilidades, afetando diretamente a segurança pública em regiões controladas pelo CJNG.

O governo mexicano e as agências de segurança precisam acompanhar de perto os reflexos dessa disputa, ajustando estratégias de combate ao crime organizado. A morte de El Mencho não encerra a era de impunidade, mas inaugura um novo capítulo de instabilidade dentro do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG). Os desdobramentos poderão definir se haverá um líder capaz de reunir e manter a coesão do grupo ou se o cartel se fragmentará em células menores, alterando o cenário do narcotráfico no México.

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