
Trump e Xi Jinping durante encontro em Osaka: tensão diplomática sob olhar atento dos EUA (Foto: Instagram)
O Presidente do Comitê Seleto sobre a China ressaltou que o presidente Donald Trump tem adotado uma postura firme e clara para combater o que chamou de “influência maligna da China” em países ocidentais. Segundo o titular do comitê, as iniciativas de Donald Trump desde seu primeiro mandato incluem uma série de ações diplomáticas e econômicas voltadas a conter práticas chinesas que, em sua avaliação, ameaçam valores democráticos e a segurança nacional dos Estados Unidos e de aliados no Ocidente.
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O Presidente do Comitê Seleto sobre a China destacou que Donald Trump promoveu mudanças significativas na política comercial externa, impondo tarifas mais elevadas sobre produtos chineses e revisando acordos bilaterais considerados deficitários. Em debates públicos e audiências no Congresso, o comitê tem elogiado a abordagem de Donald Trump como um marco para a estratégia dos Estados Unidos em relação à China, especialmente no que se refere à proteção de tecnologias sensíveis e à defesa de direitos de propriedade intelectual no mercado global.
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Instalado em 2020 na Câmara dos Representantes, o Comitê Seleto sobre a China foi criado com a missão de avaliar o alcance das ações chinesas em esferas política, econômica, tecnológica e de segurança. Desde então, o comitê tem organizado audiências públicas, produzido relatórios analíticos e recomendado novas legislações para reforçar a vigilância contra investimentos estratégicos de empresas estatais chinesas, bem como para desenvolver mecanismos de resposta a campanhas de desinformação supostamente patrocinadas por Pequim.
O conceito de “influência maligna da China” envolve, segundo o comitê, não apenas esforço de espionagem industrial e ciberataques contra infraestruturas críticas, mas também iniciativas de propaganda dirigida e alianças políticas que buscam moldar decisões legislativas estrangeiras em favor de interesses chineses. Para o Presidente do Comitê Seleto sobre a China, as medidas adotadas por Donald Trump serviram para expor essas táticas e dar início a uma mobilização mais ampla de nações ocidentais em defesa de padrões democráticos e do livre comércio com regras claras.
O diagnóstico apresentado pelo Presidente do Comitê Seleto sobre a China enfatiza a necessidade de continuidade nas ações de fiscalização e de fortalecimento de parcerias multilaterais. A avaliação é de que, sem uma resposta coordenada, a “influência maligna da China” pode se estender a setores como telecomunicações, pesquisa científica e segurança cibernética, comprometendo avanços tecnológicos e as próprias bases da cooperação internacional.


