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EUA e Israel atacam o Irã após série de ataques com mísseis contra Israel e base dos EUA

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Coluna de fumaça após ataque conjunto de EUA e Israel em instalação iraniana (Foto: Instagram)

EUA e Israel reagiram na madrugada deste sábado (28/2) com uma ação militar coordenada contra alvos no território do Irã, após semanas de crescente tensão na região. A ofensiva conjunta foi anunciada por fontes oficiais em Washington e Jerusalém como uma resposta direta ao lançamento de mísseis balísticos realizado pelo Irã contra posições em Israel e contra uma instalação da coalizão militar liderada pelos EUA no Oriente Médio.

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Na noite anterior à retaliação, o Irã disparou vários mísseis de alcance intermediário em direção a instalações militares israelenses e contra uma base dos EUA localizada em território aliado. Segundo relatórios preliminares, alguns projéteis foram interceptados pelo sistema de defesa israelense, enquanto outros caíram em áreas não habitadas próximas à zona de exclusão da base americana. A estratégia iraniana parecia visar a demonstração de capacidade de dissuasão e a resposta ao apertado cerco político e econômico imposto a Teerã.

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Fontes militares indicam que a reação de EUA e Israel incluiu ataques aéreos e disparos de artilharia de precisão contra depósitos de armamento e centros de comando associados à Guarda Revolucionária do Irã. As forças israelenses teriam utilizado caças e drones de longo alcance, enquanto elementos das Forças Armadas dos EUA empregaram mísseis Tomahawk disparados de navios posicionados no Golfo Pérsico. Ainda não há confirmação oficial de vítimas civis ou militares, e as informações sobre danos aos alvos seguem sendo avaliadas pelas equipes de inteligência.

O episódio marca mais um capítulo nas relações conturbadas entre Irã e as potências ocidentais, em especial os EUA, que vêm impondo sanções econômicas e medidas diplomáticas severas desde 2018. Israel, por sua vez, considera o programa nuclear iraniano uma ameaça existencial e tem repetidamente solicitado ações mais enérgicas contra Teerã. A tensão aumentou ainda mais depois de uma série de incidentes envolvendo ataques a navios-tanque no Estreito de Ormuz e drones interceptados sobre o espaço aéreo israelense.

Analistas apontam que o confronto direto entre EUA, Israel e Irã pode elevar o risco de escalada para um conflito de maior amplitude no Oriente Médio. A iniciativa conjunta demonstra a tentativa de Washington e de Jerusalém de manter um front unido contra os interesses estratégicos de Teerã, ao mesmo tempo em que buscam evitar repercussões capazes de arrastar outros países para um conflito regional mais amplo. O desdobramento das negociações sobre o acordo nuclear iraniano permanece incerto à luz desses eventos, que podem influenciar posições nas futuras rodadas de diálogo diplomático.

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