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Queda de caça F-15 nos EUA leva a operação de resgate tensa no Irã

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Destroços do caça F-15 abatido no deserto de Khuzestan, Irã. (Foto: Instagram)

A queda de um caça F-15 dos Estados Unidos na província de Khuzestan, no Irã, desencadeou uma das operações de busca e salvamento mais intensas da história militar recente. O incidente ocorreu na última sexta-feira, dia 3 de abril, quando a aeronave foi abatida em território inimigo. Enquanto um copiloto conseguiu ejetar e foi resgatado por helicópteros militares no mesmo dia, o segundo tripulante desapareceu em uma área hostil.

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O piloto desaparecido, um coronel, ficou isolado por quase dois dias. Durante esse tempo, ele contava apenas com uma pistola para proteção enquanto escalava uma montanha íngreme para escapar das forças locais. Há relatos de que os militares iranianos ofereceram uma recompensa de 60 mil dólares por sua captura, intensificando as buscas na região.

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Para assegurar a sobrevivência do coronel, os Estados Unidos mobilizaram drones MQ-9 Reaper que monitoraram a área constantemente. Esses drones dispararam contra quaisquer forças iranianas que tentassem se aproximar do militar. O presidente Donald Trump descreveu a situação dizendo que “milhares desses selvagens o estavam caçando”, mencionando que até mesmo civis foram incentivados a participar das buscas em troca de recompensas financeiras.

O rastreamento do piloto foi possível graças a tecnologias de geolocalização que emitiam sinais sonoros. Esses sinais permitiram que as autoridades americanas localizassem o esconderijo do militar. Ele foi encontrado em uma fenda na montanha, com alguns ferimentos, mas em condições estáveis de saúde.

Um detalhe específico da comunicação via rádio gerou hesitação e medo de uma armadilha entre os oficiais de inteligência dos Estados Unidos. Logo após ejetar, o piloto enviou uma mensagem dizendo “Poder a Deus”. A escolha das palavras causou estranheza no comando militar, que considerou a possibilidade de o Irã estar enviando sinais falsos para atrair as forças de resgate para uma emboscada.

Trump comentou sobre o episódio em entrevista, explicando a desconfiança inicial. “O que ele disse no rádio parecia algo que um muçulmano diria”, afirmou o presidente. A incerteza só foi dissipada quando outros militares que conheciam o coronel pessoalmente confirmaram que ele era uma pessoa extremamente religiosa e que tal expressão era coerente com suas crenças e comportamento habitual.

Após a confirmação da identidade e segurança do local, a operação de extração foi realizada com sucesso durante o final de semana. O presidente usou suas redes sociais para anunciar o desfecho com a frase “NÓS O PEGAMOS!”. Em comunicado oficial, Trump destacou o esforço coordenado entre o Secretário de Defesa e o Estado-Maior Conjunto para monitorar a localização do soldado 24 horas por dia.

“Meus concidadãos americanos, ao longo das últimas horas, os Militares dos Estados Unidos realizaram uma das operações de Busca e Resgate mais ousadas da história dos EUA”, declarou Trump. Ele ressaltou que, apesar de estar atrás das linhas inimigas em montanhas traiçoeiras, o coronel nunca esteve verdadeiramente sozinho. Após o resgate, o piloto foi imediatamente levado para o Kuwait para receber atendimento médico especializado.

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