
Joe Marler revela queda nas ereções matinais aos 35 anos (Foto: Instagram)
Joe Marler, ex-jogador de rugby e participante do programa The Traitors UK, abordou um tema que muitos homens geralmente evitam discutir. Aos 35 anos, Marler revelou no podcast Man Alive que a frequência de suas ereções matinais diminuiu significativamente em relação ao passado. Ele comentou que agora acorda com menos frequência com o fenômeno do que costumava em anos anteriores.
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Durante a entrevista, Marler recordou com humor sua adolescência, mencionando que naquela época as ereções eram constantes. Ele até brincou com o apresentador sobre o vigor físico da juventude, dizendo: “A quantidade de vezes que as mesas subiam pelo menos 30 centímetros, talvez menos…” O comentário serviu como introdução para uma explicação médica sobre as mudanças no corpo masculino ao longo dos anos.
O médico Jeff Foster, que apresenta o programa, esclareceu que a redução nos níveis de testosterona com o envelhecimento é a principal razão para essa mudança. Segundo ele, o envelhecimento natural diminui a frequência desses episódios, mas a ausência completa pode indicar problemas de saúde mais amplos.
Para homens na faixa dos 30 anos, como Joe Marler, o doutor Jeff Foster diz que é normal ter ereções matinais pelo menos duas ou três vezes por semana. Ele afirma que a expectativa para essa idade é que ocorram em mais de 50% dos dias. À medida que o tempo passa, o metabolismo muda e a frequência tende a diminuir.
Para adolescentes e jovens na casa dos 20 anos, espera-se que as ereções matinais ocorram diariamente ou quase todos os dias. Já para homens entre 40 e 50 anos, a média saudável é de duas a três vezes por semana. Aos 60 anos, a frequência geralmente cai para uma ou duas vezes semanais.
A ausência prolongada dessas ereções não deve ser ignorada por homens na casa dos 30 anos. Foster aconselha aqueles que não se lembram da última vez que tiveram uma ereção ao acordar a buscar ajuda médica. “Isso é um ótimo indicador de que ou os hormônios diminuíram, ou o risco cardiovascular aumentou, porque algo está impedindo que essa ereção ocorra naturalmente”, alertou o médico.
O sistema circulatório está intimamente ligado à função erétil. Além dos fatores hormonais e físicos, o componente psicológico é crucial para a saúde sexual masculina, especialmente entre os jovens. O urologista Leon Telis aponta que muitos casos de disfunção erétil em homens jovens têm origem psicossomática.
O estresse e a ansiedade são considerados grandes vilões. Rocky Tishma, especialista em terapia sexual, destaca que problemas psicológicos impedem muitos homens de se manifestarem fisicamente como desejam durante a intimidade. Esse bloqueio mental afeta diretamente a resposta do corpo, criando um ciclo de preocupação que impacta o desempenho e a frequência das funções naturais.


