A expulsão de Dayanne e Deolane Bezerra de um banco voltou a ser discutida recentemente, após a delegada Maria Corsato, responsável por uma das investigações contra a influenciadora, detalhar o ocorrido.
++ Nova tendência em IA permite criar conteúdo profissional em poucos minutos
Em entrevista ao Tubacast, ela revelou que a ex-participante do reality show processou o banco depois que ela e sua irmã foram impedidas de sacar R$ 1 milhão em espécie. Elas acusaram a instituição de humilhar e destratar Dayanne.
++ Deolane Bezerra desenvolve doença grave na cadeia
Durante a conversa, a delegada relatou: “Parece que Dayanne foi a um banco na zona norte e queria sacar R$ 1 milhão. O banco disse ‘olha, temos uma burocracia para isso’ e perguntou ‘para onde quer que encaminhemos?'”, começou.
E revelou a reação da irmã de Deolane: “E ela ‘não, eu quero meu pacote de dinheiro’. Então, disseram ‘olha, vai ter que esperar um pouco, vamos ter que comunicar’. E, como de costume, fizeram o que sabem fazer de melhor. Chamaram o segurança do banco, comunicaram ao Coaf e não entregaram, naquela ocasião, o dinheiro para ela”, lembrou.
Em seguida, Maria Corsato comentou sobre o processo: “Depois, elas entraram com uma ação para processar o banco. Nisso, o banco as comunicou que não tinha mais interesse [em tê-las como clientes] nas três irmãs e em todas as empresas da família”, contou, antes de completar:
“Por vontade própria, o Banco Itaú disse ‘vocês têm 30 dias para levar tudo o que possuem aqui para outro banco’. Para um banco chegar a esse ponto… O banco não faria isso por desconfiança. O banco já tinha certeza do que estava acontecendo ali e não queria se envolver. E elas tiveram que sair”, afirmou.
No fim, a delegada revelou: “Não sei como terminou o processo. Parece que Dayanne entrou com pedido de exibição de prova e imagens porque foi agredida, destratada, humilhada. O de costume”, disparou.



