A coluna Fábia Oliveira revelou, com exclusividade, que a disputa judicial entre o motorista Daniel Cancio Santos, Carlinhos Maia e Lucas Guimarães teve novos desdobramentos. Uma decisão judicial trouxe restrições para o ex-casal durante o julgamento do caso.
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Conforme já divulgado nesta coluna, Daniel Cancio Santos acionou a Justiça contra Carlinhos Maia e Lucas Guimarães em novembro de 2025. O motorista alega que trabalhava para um cantor famoso que residia no mesmo condomínio de luxo dos influenciadores e que, em certa ocasião, permitiu que o então casal usasse seu carro para gravar um vídeo.
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Após a repercussão do vídeo nas redes sociais, ele teria sido demitido por justa causa. Segundo Daniel, a situação ganhou ainda mais notoriedade quando Carlinhos compartilhou o caso em seu Instagram e prometeu publicamente ajudá-lo com um emprego, o que não teria acontecido. Na ação, o motorista acusa os influenciadores de ultrapassarem os limites do entretenimento, alegando exposição vexatória que afetou sua honra e imagem. Ele pede uma indenização de R$ 1 milhão, considerando danos morais, lucros cessantes e uma reparação.
DECISÃO E PROIBIÇÕES
Em decisão de 17 de junho, a juíza responsável pelo caso determinou, em caráter de urgência, que os réus se abstenham de fazer novas publicações em plataformas digitais sobre o autor, direta ou indiretamente, enquanto o processo estiver em andamento. Estão proibidas manifestações com conteúdo irônico ou que possam humilhar ou depreciar Daniel Cancio.
A magistrada também ordenou que Carlinhos removesse as publicações feitas em seu Instagram nas quais, segundo o motorista, teria sugerido que o caso era um oportunismo.
RECURSO DE CARLINHOS MAIA
Após a decisão, o influenciador argumentou, em recurso, que as publicações objeto da determinação foram feitas em seus stories. Ele afirmou que Daniel omitiu essa informação da Justiça. Explicou ainda que a postagem não está mais disponível, considerando seu caráter temporário.
Carlinhos Maia defendeu que não existem postagens em outras plataformas digitais. Por fim, ele afirmou que não pode ser responsabilizado por repostagens ou reproduções do material feitas por terceiros.


