A JTA Empreendimentos, dona do helicóptero que caiu na Serra Catarinense e resultou na morte de cinco pessoas, incluindo o cantor Rick, da dupla com Renner, começou na última quinta-feira (24/8) a conduzir estudos técnicos e logísticos para avaliar a remoção dos destroços da aeronave no local do acidente.
++ Nova tendência em IA permite criar conteúdo profissional em poucos minutos
O helicóptero, um Bell 430 de prefixo PP-MGR, ainda está na área onde ocorreu a queda. A empresa recebeu autorização do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e da Polícia Civil para iniciar a análise da operação. Conforme a proprietária, os estudos vão considerar as características do terreno, o difícil acesso e as medidas de segurança necessárias para mobilizar equipes e equipamentos até o local.
++ Deolane Bezerra desenvolve doença grave na cadeia
No entanto, ainda não há uma definição sobre a retirada. A possibilidade de remoção da aeronave, assim como a data e a forma como o procedimento será realizado, dependerá da conclusão da avaliação técnica e logística.
De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro, o helicóptero estava em situação regular de aeronavegabilidade antes do acidente. O Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade era válido até 11 de agosto de 2027.
O helicóptero perdeu contato durante um voo entre Porto Belo e São Joaquim, em Santa Catarina, na segunda-feira (21/9). Após as buscas, os destroços foram encontrados na Serra Catarinense. As cinco pessoas a bordo morreram no acidente.
Entre as vítimas estavam o cantor Rick, da dupla Rick e Renner, o empresário Bruno Avelar e o videomaker Paulo Soares, além do piloto e do copiloto da aeronave. As circunstâncias da queda estão sob investigação das autoridades competentes.


