No último final de semana, novas mensagens do WhatsApp do ex-banqueiro Daniel Vorcaro vieram à tona e agitaram as redes sociais. Nas conversas, o empresário demonstra interesse em saber os nomes de três repórteres considerados “maldosos” que poderiam ser “usados” em estratégias de divulgação de notícias. Os diálogos foram atribuídos ao banqueiro e fazem parte do acervo MasterWhats, plataforma que reúne mensagens relacionadas a documentos da investigação da Polícia Federal (PF).
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Em uma das conversas, registrada em julho de 2025, Vorcaro pergunta à funcionária de marketing Ana Matos: “Qual repórter maldoso mais confiável que temos”. Na sequência, a funcionária responde com três nomes: Guilherme Amado, Léo Dias e Diego Bastidor, classificados por ela como “maldosos controlados”. O conteúdo chamou a atenção pelo teor da conversa e pela maneira como os profissionais da imprensa foram mencionados pelos interlocutores.
Em outro trecho dos diálogos, Ana Matos afirma ter pautado veículos de comunicação para publicar reportagens no dia seguinte. Durante a conversa, ela também cita a jornalista Gabriela Prioli como uma possibilidade para a estratégia de divulgação. “Temos a Prioli na manga”, escreveu a funcionária. Vorcaro, por sua vez, respondeu: “Solta a Prioli”.
As mensagens levantam questionamentos sobre as estratégias de comunicação discutidas entre o banqueiro e sua funcionária, especialmente em relação à escolha de profissionais e veículos para a divulgação de conteúdos. Entretanto, os trechos divulgados não esclarecem quais reportagens seriam publicadas nem permitem confirmar se todas as iniciativas mencionadas foram efetivamente colocadas em prática.
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O material foi divulgado pelo MasterWhats, que organiza mensagens atribuídas a Vorcaro com base em documentos relacionados às investigações da Polícia Federal. É importante ressaltar que a citação dos jornalistas nas conversas não comprova que eles tenham participado das estratégias discutidas ou que tivessem conhecimento das mensagens.


