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Tatuadora é presa suspeita de matar o próprio filho com veneno de rato

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Giovanna Chiquinelli Marcatto, tatuadora de 26 anos, foi presa em São Paulo sob suspeita de ter envenenado e matado seu filho de 9 meses, Dante Chiquinelli Marcatto. De acordo com a investigação conduzida pelo 70º Distrito Policial (Vila Ema), a mulher teria comprado veneno de rato em um pet shop no dia 25 de agosto e, no dia seguinte, misturado a substância com banana amassada, alimento que foi dado ao bebê. A criança morreu cerca de três horas após a ingestão.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da compra do veneno, e exames necroscópicos confirmaram a presença de partículas do raticida no organismo da criança. O laudo apontou que a quantidade da substância encontrada nas vísceras do bebê era incompatível com ingestão acidental, especialmente porque o produto contém um agente amargante justamente para evitar o consumo por crianças.

Giovanna levou o filho ao Hospital Estadual da Vila Alpina alegando que ele não estava bem. A morte foi inicialmente registrada como “suspeita”. No entanto, após a confirmação do envenenamento e a análise das imagens de vídeo e do comportamento da mãe, a polícia solicitou sua prisão temporária, que foi acatada pela Justiça.

Durante audiência de custódia realizada no dia 28 de agosto, a Justiça decidiu manter a prisão da suspeita, que nega o crime. A defesa da tatuadora ainda não se manifestou. O corpo de Dante foi velado e cremado no cemitério da Vila Alpina na noite anterior à audiência.

A motivação do crime ainda está sendo investigada, e o caso segue em apuração. A tatuadora foi indiciada por homicídio qualificado.

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