
Antes e depois: Daniela Mullins mostra cicatriz após remoção de melanoma em estágio inicial (Foto: Instagram)
Daniela Mullins percebeu um pequeno sinal no rosto ainda em 2015, mas só foi alertada para sua evolução após procurar um novo dermatologista depois do nascimento da filha. No exame completo realizado em abril de 2025, o médico notou o sinal que, a olho nu, ela considerava “normal”. Somente ao comparar fotos antigas entendeu o quanto havia mudado.
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Com preocupação por estar no pós-parto, a biópsia foi adiada por seis meses. Em 24 de outubro de 2025, foi realizada a coleta e, uma semana depois, o diagnóstico: melanoma em estágio 0, contido na superfície da pele. Pouco antes do Dia de Ação de Graças, passou por cirurgia para remover o sinal e área ao redor.
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Mullins conta que se sentia “bem” até retirar o curativo e ver um corte que percorria quase toda a bochecha. “Não me preocupei até enxergar o impacto no meu rosto”, diz ela, que recebeu a orientação de “dar tempo, ter paciência e usar vaselina” para ajudar na cicatrização.
Como o câncer foi detectado cedo, não há necessidade de quimioterapia, mas virão exames completos a cada quatro meses. “Agora é hidratar a cicatriz e vigiar outras pintas”, explica a virginiana, ressaltando a importância do autoexame.
Ao compartilhar a jornada no TikTok, Mullins, que é latina com pais peruanos, despertou debate sobre câncer de pele nessa comunidade. Seguidores lembraram que “uma cicatriz vale mais que viver com câncer” e reforçaram a necessidade de consultas regulares.
Ela aconselha quem passar por situação semelhante a seguir as recomendações médicas com calma e buscar apoio de amigos ou família. “Não enfrente isso sozinho”, alerta, destacando que a prevenção pode evitar consequências mais graves.

