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Diga Adeus a Harry, Danielle e Ezra — BabyCenter Prevê Que Esses Nomes Serão ‘Extintos’ em 2026

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Gestante escolhe nomes do bebê com post-its na barriga (Foto: Instagram)

Não espere encontrar muitos bebês chamados Harry ou Danielle em 2026. Em um novo relatório intitulado “Baby Names at Risk of Going Extinct in 2026”, o site BabyCenter analisou as mil opções de nomes mais escolhidas pelos pais e identificou quais apresentaram as maiores quedas de popularidade entre 2024 e 2025. A pesquisa considera dados de registros de nascimentos, comparando ano a ano a frequência de cada nome e apontando aqueles com retração acentuada no ranking.

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Entre os destaques da lista estão as grafias alternativas que ganharam força nos últimos anos, mas agora perdem espaço. Nomes como Charleigh, Alivia, Maddison e Emmitt, formas modernas de Carla, Lívia, Madison e Emmett, tiveram quedas expressivas. Da mesma forma, escolhas baseadas em lugares, como London, Dallas e Malaysia para meninas, e Boston para meninos, deixaram de ser tendência, sinalizando uma volta a apelidos mais tradicionais e menos inspirados em localidades.

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Os meninos cujos nomes terminam em “y” também estão em baixa. Exemplos como Huxley, Grady, Rey, Corey e Harry saíram do top 1.000, à medida que surgem alternativas mais curtas ou com final em consoante. Paralelamente, o BabyCenter notou que iniciais D e K perderam apelo: nomes para meninas como Danielle, Dylan, Kenna e Kinley despencaram, assim como Dominic, Dev, Kylian e Karim entre os meninos.

Em entrevista recente, a consultora de nomes Colleen Slagen, citada pela revista PEOPLE, comentou a expectativa para 2026. Ela ressaltou que muitos pais continuam buscando monônimos curtos — sobretudo de quatro letras — por parecerem modernos e resistentes a apelidos indesejados. Segundo Slagen, esse comportamento decorre de uma valorização da praticidade e da sonoridade direta, sem reduzir o caráter único do nome.

Como exemplos dessa preferência por quatro letras, Slagen apontou escolhas em alta para meninas, como Indi, Gwen, Lana e Alba, e para meninos, nomes como Luca, Rome, Elio, Dean e Bode. Essas opções, embora simples, espelham influências de figuras públicas, personagens culturais e até de tendências linguísticas que priorizam vogais abertas e consoantes expres­sivas.

Além disso, a especialista prevê que em 2026 haverá um revival dos chamados “nomes Andi Anderson”, em homenagem à protagonista interpretada por Kate Hudson em “How to Lose a Guy in 10 Days”. Isso reflete a saudade de referências dos anos 2000 na cultura pop e nas escolhas dos pais. Assim, veremos meninas ganhando nomes tradicionalmente associados a garotos, como Andie, Drew, Bennie, Dylan, Logan e Stevie, prática que desafia padrões de gênero na nomeação.

Por fim, embora algumas mães de meninos resistam a essa reapropriação, a tendência deve se consolidar ao longo dos próximos meses. O fenômeno mostra como a nostalgia cultural, as influências cinematográficas e a busca por singularidade continuam moldando as listas de nomes, criando ciclos de adoção e rejeição que definem o repertório de opções para bebês em cada geração.

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