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Streamer de Fortnite de 12 anos anuncia saída da escola para virar profissional e conta com apoio dos pais

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Mãos segurando um controle de videogame prestes a iniciar uma partida intensa (Foto: Instagram)

Um jovem japonês de apenas 12 anos, conhecido online como Tarou, viralizou ao revelar que não pretende ingressar no ensino médio para se dedicar integralmente aos esports. Em publicação na rede X, o garoto explicou que a decisão foi resultado de um ano de diálogo com a família e a escola. Ao comunicar que encerrará a trajetória escolar tradicional após concluir o ensino fundamental, Tarou enfatizou que já vinha planejando essa transição há meses.

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Tarou afirmou que seu objetivo é organizar a rotina de modo a equilibrar treinamento intenso de Fortnite com pausas para sono, exercícios físicos e estudos. Os pais relatam que ele iniciou nos videogames aos 3 anos e exibiu foco incomum: ainda no segundo ano do fundamental, já superava adversários profissionais. Segundo entrevista ao NEWS Post Seven, reproduzida pelo South China Morning Post, eles ficaram impressionados ao ver o filho competir em alto nível tão cedo.

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Sob a orientação de um jogador profissional, Tarou criou seu canal em 2020, centrado em partidas de Fortnite, e já acumula mais de 230 mil inscritos. Ele revelou que sonha em disputar a Fortnite World Cup, evento que reúne os melhores competidores globais. Para alcançar esse patamar, disse que treinar menos de dez horas diárias é insuficiente, pois os adversários aprimoram constantemente suas habilidades.

O pai de Tarou compara a carga à de atletas olímpicos: enquanto desportistas convencionais treinam em média cinco horas por dia, gamers de alto nível chegam a dedicar 13 a 14 horas diárias ao jogo. Nos servidores asiáticos, conta ele, os profissionais apoiados por equipes seguem esse ritmo intenso por cinco ou seis anos consecutivos. A necessidade de tantas horas de prática motivou a família a repensar o formato escolar diário.

Os pais também destacam a concentração extraordinária do filho: certa vez, Tarou passou 28 horas seguidas jogando, ao ponto de esquecer necessidades básicas e perder a noção do tempo. Esse nível de imersão reforça o potencial competitivo, mas também exige supervisão para preservar saúde mental e física.

No Japão, a lei obriga nove anos de educação, o que acendeu debates online sobre a futura formação acadêmica do garoto. Ainda não está claro se Tarou seguirá estudo em casa ou alternativa ao sistema regular. A repercussão nas redes divide opiniões: uns lamentam a perda das vivências escolares, outros o incentivam a perseguir a paixão. “O mais importante é se dedicar de verdade ao que se ama”, comentou um seguidor.

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