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Erika Hilton cita Bruna Marquezine ao rebater supostos ataques virtuais de incels

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A deputada federal Erika Hilton mencionou a atriz Bruna Marquezine ao reagir a alegados ataques digitais promovidos por incels – grupo autodenominado de “celibatários involuntários” que se mobiliza na internet para propagar discursos de ódio contra mulheres. Hilton classificou as investidas como parte de uma estratégia misógina e lembrou de episódios anteriores em que Marquezine também foi alvo de ofensas semelhantes. A parlamentar destacou a importância de reconhecer a dimensão política e social desse padrão de hostilidade contra figuras femininas públicas.

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Em suas declarações, Erika Hilton sublinhou que tais ataques virtuais não se restringem a ofensas isoladas, mas integram um movimento organizado que visa deslegitimar o espaço feminino na política e na arte. A deputada ressaltou que Bruna Marquezine, ao se posicionar publicamente sobre temas sociais, acaba por se tornar alvo de um grupo motivado por ressentimento e ódio de gênero. Hilton defendeu a necessidade de respostas firmes tanto no plano jurídico quanto no educacional, apontando para a urgência de políticas públicas de combate ao cyberbullying direcionado a mulheres.

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O termo “incel” surgiu em fóruns na internet no início dos anos 2000 para designar homens que, segundo afirmam, não encontram parceiras sexuais apesar do desejo. Com o passar do tempo, parte desses grupos passou a associar a própria frustração a uma hostilidade aberta contra as mulheres, frequentemente usando plataformas digitais para difamar figuras públicas que se destacam por posições feministas ou trabalhos na área de direitos humanos. Esse tipo de militância tóxica ganhou atenção global com casos de violência real inspirados em discursos online, tornando-se objeto de estudo em ciências sociais e em estratégias de segurança cibernética.

Bruna Marquezine, conhecida por sua carreira na televisão e por engajamento em causas sociais, foi citada por Hilton como exemplo de presença feminina que desperta reações agressivas nesse ambiente hostil. A atriz já havia sido vítima de campanhas de difamação em redes sociais, incluindo ataques que se aproveitam do anonimato digital para propagar discursos de ódio. Ao ser referenciada pela parlamentar, Marquezine se vê inserida em um debate maior sobre liberdade de expressão e responsabilidade no espaço virtual, reforçando a discussão sobre os limites éticos das críticas dirigidas a personalidades públicas.

O fenômeno dos ataques virtuais a mulheres públicas atravessa fronteiras e linguagens, exigindo atenção especial de autoridades e da sociedade civil. A legislação brasileira prevê o crime de injúria, calúnia e difamação, além de tipos penais específicos para crimes virtuais, como a lei do cyberbullying. Ainda assim, especialistas apontam lacunas na aplicação efetiva dessas normas, especialmente diante da rapidez com que as ofensas se espalham em aplicativos de mensagens e redes sociais. A crescente visibilidade de personalidades como Erika Hilton e Bruna Marquezine mobiliza debates sobre aprimoramento legislativo e estruturas de denúncia online.

Nesse contexto, a atuação de parlamentares que se posicionam contra o machismo e o discurso de ódio contribui para sensibilizar o público e pressionar por medidas concretas. A iniciativa de Erika Hilton de vincular o caso de Bruna Marquezine aos ataques de incels reforça a urgência de ações pedagógicas que abordem educação de gênero, ética digital e cidadania. Observadores do cenário político observam que a mobilização em torno desse tema pode estimular propostas de fortalecimento das redes de apoio a vítimas de violência virtual, assim como incentivar acordos entre plataformas digitais para coibir conteúdos abusivos.

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