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Adolescente Ouve Claramente pela Primeira Vez Após Nascer Sem Ouvido Direito: ‘Não Me Sinto Mais Excluída’

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Adolescente de Nova York ouve o mundo pela primeira vez após reconstrução do ouvido (Foto: Instagram)

Uma adolescente de Nova York descobriu o que significa escutar o mundo com nitidez pela primeira vez na vida depois de ser submetida a várias cirurgias reconstrutivas no ouvido. Até então, a jovem convivia sem a parte externa do ouvido direito e sem canal auditivo, o que a impedia de ouvir normalmente e gerava insegurança no seu dia a dia. O momento em que ela comprovou sua nova audição foi captado pelas câmeras de um canal local e entrou para a sua história pessoal como um verdadeiro marco.

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Furugh, de 15 anos, nasceu com microtia, uma malformação congênita rara em que o desenvolvimento do pavilhão auricular é afetado. Na prática, essa condição não apenas prejudica a estética, mas também pode interferir na audição, uma vez que não há o canal que conduz o som até o tímpano. “Eu não me sentia nada confiante. As pessoas ao meu redor nunca passaram por isso, e eu me sentia totalmente isolada”, contou ela ao FOX 5 New York, que acompanhou sua trajetória. Graças ao apoio da Little Baby Face Foundation, Furugh recebeu assistência gratuita para corrigir a deformidade e ter acesso a cuidados médicos completos.

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O responsável pelas intervenções foi o Dr. Thomas Romo III, diretor de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial em duas instituições de Nova York. Ele detalhou o método: “Extraímos cartilagens das costelas, modelamos o material para formar um novo pavilhão auricular e, em cirurgias subsequentes, posicionamos-no na lateral da cabeça. Por fim, liberamos pontos específicos para permitir o uso de óculos.” Além do enxerto de cartilagem, partes artificiais foram aplicadas para reforçar o contorno, criando o aspecto natural da orelha reconstruída. O processo demandou várias etapas, cada uma com recuperação específica, e concluiu-se com sucesso estético e funcional.

Para restaurar de fato a audição, a equipe de Romo implantou um aparelho auditivo ancorado ao osso (conhecido como BAHA, sigla em inglês para Bone Anchored Hearing Aid). Esse sistema transfere as vibrações sonoras diretamente ao crânio, tornando o som audível mesmo na ausência de via normal. Furugh controla o dispositivo por meio de um aplicativo no celular, ajustando volume e configurações com autonomia. A audiologista Dra. Phillip Vazquez instalou e ativou o equipamento no hospital, permitindo que a paciente ouvisse os primeiros sons de forma cristalina.

Emocionada, Furugh sorriu amplamente no instante em que Vazquez confirmou seu novo nível de audição. “Desde que meu ouvido foi reconstruído, me sinto muito mais segura e à vontade. Consigo entender as pessoas sem ter de pedir para repetirem o que disseram”, declarou. Para celebrar a conquista, a jovem ainda fez a primeira perfuração na orelha reconstruída, um gesto simbólico de plenitude e autoestima renovada após anos de constrangimento.

Fundada em 2002, a Little Baby Face Foundation já transformou a vida de quase 40 crianças com deformidades faciais graves, oferecendo cirurgias gratuitas e acompanhamento multidisciplinar. “Esses jovens enfrentam múltiplos procedimentos e, mesmo assim, demonstram uma coragem extraordinária”, elogiou o Dr. Romo ao se referir aos beneficiados. Furugh expressou profunda gratidão: “Sou muito agradecida a ele e a toda equipe médica. É uma dádiva poder ouvir melhor e participar plenamente das conversas.”

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