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Enfermeira de Parto Revela Pergunta Essencial que Toda Gestante Deve Fazer Antes de Dar à Luz em Hospital

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Enfermeira revela pergunta-chave para partos seguros em hospitais (Foto: Instagram)

Uma enfermeira especializada em trabalho de parto e nascimento decidiu compartilhar detalhes que, segundo ela, têm o poder de transformar a experiência de quem vai dar à luz em ambiente hospitalar. Jen Hamilton, mãe de dois e autora do livro “Birth Vibes”, publicou um vídeo no TikTok explicando por que determinada informação pode ser decisiva para a segurança da gestante e do bebê. Embora admita que alguns hospitais ficarão incomodados com a divulgação, ela espera que a mensagem chegue ao máximo de futuras mães possível.

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No vídeo, Hamilton afirma que o ponto-chave é saber se a maternidade adota os padrões de dimensionamento de equipe da AWHONN (Associação de Enfermeiras de Saúde da Mulher, Obstetriz e Neonatal). “Não são diretrizes ou sugestões, mas normas que definem quantos pacientes cada enfermeiro deve atender. Em trabalho de parto, um profissional nunca deve cuidar de mais de duas mulheres — e isso já no pior cenário”, alerta. A pergunta simples, porém poderosa, pode indicar se o hospital está comprometido com a prática segura ou atua sem nenhum tipo de supervisão.

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A AWHONN, conforme descrito em seu site oficial, dedica-se a apoiar enfermeiras que promovem cuidado inclusivo, culturalmente sensível e centrado na mulher e no recém-nascido. Para isso, formou um grupo de especialistas em dimensionamento de equipe perinatal que desenvolveu um extenso documento de referência. O material traz embasamento teórico, justificativas para a proporção ideal de enfermeiros por paciente, planos de contingência para falta de pessoal, exemplos de protocolos de resposta a desastres e outras diretrizes que visam preservar a qualidade do atendimento.

Hamilton afirma sentir-se sortuda por atuar em uma instituição que, na maior parte do tempo, mantém apenas um paciente por enfermeiro e, em situações raras, dois. No entanto, ela faz um alerta contundente: há hospitais que mantêm escalas perigosamente sobrecarregadas sem sofrer qualquer penalidade. “Quando a enfermeira atende mais partos do que deveria, erros acontecem — não por culpa de quem está na linha de frente, mas por falhas do sistema. É preciso cobrar responsabilidade da administração para garantir atendimento seguro”, conclui.

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Em vídeo subsequente, Hamilton orienta como confirmar se o hospital realmente segue os padrões da AWHONN: em vez de recorrer a diretores ou ao obstetra, recomenda conversar diretamente com as enfermeiras da sala de parto. A pergunta a ser feita é: “Com que frequência você é solicitada a cuidar de mais de duas pacientes em trabalho de parto?”.

Caso a resposta indique sobrecarga, ela indica os próximos passos: não culpar o profissional, mas solicitar imediatamente o plantonista ou supervisor de turno; perguntar se a administração tem ciência da escala insegura; e exigir que conste no prontuário a advertência sobre a condição de atendimento. “Isso faz com que os gestores reajam rapidamente e corrijam a falha antes que a segurança seja comprometida”, finaliza Hamilton.

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