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No início da trajetória de MasterChef no Brasil, o formato adaptado da competição gastronômica internacional trouxe à tona histórias de candidatos apaixonados pela cozinha amadora, mas pouco acostumados ao ritmo intenso de um reality show gravado em estúdio. Valesca Popozuda, conhecida pelo sucesso no funk carioca, se colocou à prova ao lado de chefs experientes, provando que a rotina de edição e avaliação de pratos exige não apenas técnica, mas também resistência emocional e agilidade para aprender receitas sob pressão.
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Para Valesca Popozuda, a preparação para o MasterChef foi intensa e envolveu horas de pesquisa sobre técnicas básicas de confeitaria, cortes de carnes e harmonização de sabores. Segundo ela, alternar os compromissos artísticos e os treinamentos culinários foi um desafio que exigiu organização e foco. Valesca Popozuda conta que montou um cronograma doméstico para estudar em casa e participava de workshops de gastronomia sempre que tinha oportunidade, demonstrando disciplina semelhante à de aspirantes profissionais na área.
O preconceito ao funk na televisão é antigo e reforçado por estereótipos que ignoram suas origens culturais e sociais. Valesca Popozuda ressalta que o funk carioca nasceu nos anos 1980 em comunidades do Rio de Janeiro, quando DJs e produtores locais passaram a criar batidas fortes e letras que retratavam o cotidiano das periferias. Ainda assim, muitas emissoras se mantiveram receosas em exibir referências ao gênero, elevando o estigma em torno de suas manifestações artísticas.
Ao levar sua voz e estilo para o MasterChef, Valesca Popozuda busca desconstruir preconceitos e mostrar que talento artístico e interesse pela gastronomia podem caminhar juntos. A presença de uma funkeira na bancada de competidores evidencia a pluralidade cultural do Brasil e reforça que programas de entretenimento têm potencial para abraçar diferentes trajetórias, ampliando o alcance de quem normalmente não é convidado a participar de realities focados em gastronomia.
Na reta final do MasterChef, Valesca Popozuda se mostra otimista e acredita que sua participação contribuirá para uma visão mais inclusiva do funk nas telas. Ela declara ainda que espera que, depois desta experiência, portas se abram não só na área musical, mas também em outras frentes, validando a importância de exibir diferentes expressões culturais em grandes produções televisivas.











