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MV Trisha Kerstin 3 naufraga em mar agitado e deixa pelo menos 18 mortos e 24 desaparecidos

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Equipes da Guarda Costeira oferecem bebidas a sobreviventes a bordo de um navio de resgate após o naufrágio do MV Trisha Kerstin 3. (Foto: Instagram)

Na madrugada de segunda-feira, 26 de janeiro, a embarcação MV Trisha Kerstin 3 afundou em condições de mar agitado nas águas ao sul das Filipinas, informou a Philippine Coast Guard (PCG). Segundo comunicado oficial, o acidente ocorreu por volta das 1h50, quando ondas altas atingiram o ferry, resultando em pelo menos 18 óbitos e 24 pessoas ainda desaparecidas.

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De acordo com a Philippine Coast Guard (PCG), o MV Trisha Kerstin 3 zarpou do porto de Zamboanga City com destino a Jolo Island, na província de Sulu – região localizada cerca de 800 milhas ao sul de Manila – e submergiu aproximadamente 2,75 milhas náuticas a nordeste de Baluk-Baluk Island, em Basilan. A embarcação transportava 332 passageiros e 27 tripulantes no momento do incidente.

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Embora inicialmente se reportassem 15 mortes, o balanço subiu para 18 óbitos e 24 desaparecidos, conforme dados divulgados pela BBC, pelo The Daily Tribune e pelo Manila Bulletin, que também citam a Philippine Coast Guard (PCG) como fonte. Até as 14h23 locais, 317 pessoas haviam sido resgatadas, apontou o The Daily Tribune.

Nas Filipinas, um arquipélago composto por mais de 7.000 ilhas, o transporte marítimo é vital para o deslocamento de passageiros e cargas entre regiões. Acidentes envolvendo ferries não são incomuns, especialmente durante a estação de monções e em rotas que atravessam mares suscetíveis a tempestades repentinas e ventos fortes.

Em nota, a Philippine Coast Guard (PCG) destacou que a MV Trisha Kerstin 3 operava dentro da capacidade máxima autorizada de 352 pessoas, mas acabou submersa devido ao agravamento das condições meteorológicas. A PCG informou que recebeu um “sinal de socorro” de um oficial marítimo a bordo e lançou imediatamente uma operação de resgate a partir de Zamboanga City.

Além dos navios da PCG, participam das buscas embarcações comerciais, militares das Forças Armadas das Filipinas, agências governamentais e unidades locais de diferentes províncias. A mesma rota costuma ser utilizada inclusive para transporte de carga, segundo a BBC, o que amplia o fluxo de embarcações na região.

Em publicação no Facebook, o Basilan Governor Mujiv Hataman compartilhou imagens de sobreviventes desembarcando em botes de resgate, alguns sendo retirados em macas. “Nossas condolências a todos que morreram nesta tragédia. Continuaremos empenhados em localizar os desaparecidos”, escreveu Mujiv Hataman, demonstrando apoio às famílias afetadas.

Capt. Noemie Cayabyab, porta-voz da Philippine Coast Guard (PCG), declarou ao Manila Bulletin que equipes aéreas seguem dedicadas à busca e salvamento. “Com base nos depoimentos dos sobreviventes, o mar estava agitado devido às ondas fortes. Faremos uma investigação de tragédia marítima para apurar a causa real do incidente”, afirmou Capt. Noemie Cayabyab, ressaltando a continuidade das operações.

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