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Woody, o cachorro ativo, teve dificuldade para subir escadas; DoveLewis Veterinary Emergency & Specialty Hospital detecta tumor no crânio (Exclusivo)

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Woody, o cãozinho que venceu um tumor perigoso no cérebro (Foto: Instagram)

Woody, um cão de 6 anos, começou a ter problemas de coordenação no fim de 2025. Sua tutora, Rebecca Owen, levou o pet ao DoveLewis Veterinary Emergency & Specialty Hospital, em Portland, onde o neurologista Dr. John Du identificou um caroço volumoso no crânio do animal. Exames avançados confirmaram tratar-se de um raro osteocondrossarcoma multilobular, um tumor ósseo que cresce próximo ao cérebro e pode comprometer funções vitais.

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No início, Rebecca Owen atribuiu as falhas de Woody nos degraus e na hora de pular no banco do carro ao desgaste natural de um cão ativo. Aos poucos, a marcha tornou-se mais lenta e ele desistia de caminhadas que antes curtiam juntos. Quando o animal caiu e passou por convulsões, ela procurou atendimento de referência para avaliação neurológica.

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Durante a consulta no DoveLewis Veterinary Emergency & Specialty Hospital, a equipe realizou tomografia e ressonância magnética, que revelaram o tumor ósseo crescendo abaixo da camada craniana. O estudo apontou ser um osteocondrossarcoma multilobular, lesão de crescimento lento, mas perigosa pela pressão exercida sobre estruturas cerebrais e vasos sanguíneos. Dr. John Du explicou que, sem intervenção, Woody enfrentaria piora de convulsões e declínio neurológico.

Diante do diagnóstico, Rebecca Owen decidiu pela cirurgia de retirada. “Optei pela operação porque sabia que, sem ela, o tumor continuaria crescendo e ameaçaria a vida dele. Queria oferecer a melhor chance possível”, conta Rebecca Owen. A equipe de cirurgiões do DoveLewis realizou uma craniotomia complexa, removendo cuidadosamente parte do crânio para acessar a área comprometida.

Na mesma intervenção, foi colocada uma malha de titânio para reconstruir a caixa craniana de Woody, protegendo o cérebro e preservando o formato natural do crânio. “O porte do tumor e sua localização exigiram extremo cuidado. Felizmente, tudo correu conforme o planejado”, afirma o Dr. John Du, responsável pela neurocirurgia.

Após três dias na unidade de terapia intensiva, Woody começou a se movimentar com mais firmeza. Recebeu transfusão de plasma, fluidoterapia, controle de dor, medicamentos anticonvulsivantes e avaliações neurológicas diárias. “Mesmo com algum grau de ataxia do lado esquerdo, ele já estava andando, comendo e seguindo atento aos comandos”, relata o Dr. John Du.

Em janeiro, fora do hospital, Woody retomou as longas caminhadas de um quilômetro diários e voltou a brincar com seu companheiro canino. “Cada dia ele melhorou um pouco mais. Hoje, já sobe escadas, salta no sofá e está cheio de energia. Só precisei de um chapéu para proteger a cicatriz durante o frio”, celebra Rebecca Owen.

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