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Bendigo Davies, diagnosticado com câncer terminal e com poucas semanas de vida, diz que casamento o manteve vivo

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Amor que desafiou a leucemia: casamento no hospital (Foto: Instagram)

Sob os cuidados do Dr. Sangam Hebballi, Bendigo Davies, 77 anos, creditou o poder do amor por ter superado as expectativas após receber um diagnóstico terminal de leucemia mieloide aguda. Após ser informado de que tinha apenas semanas de vida, ele conseguiu realizar seu maior desejo: casar-se no hospital com a parceira de 40 anos, Arlaine. Hoje, dois anos depois, ele afirma com emoção que essa união “me manteve vivo”.

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Em 23 de janeiro de 2024, Bendigo foi internado no Worcestershire Royal Hospital, na Inglaterra, depois que um exame de sangue indicou contagem elevada de glóbulos brancos. Conforme comunicado do Worcestershire Acute Hospitals NHS Trust, ele recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda (LMA) e apresentava um coágulo pulmonar causado pelo acúmulo de células leucêmicas.

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Para tratar o trombo, foi necessário usar anticoagulantes, o que representava risco elevado de sangramentos devido à baixa contagem de plaquetas. Enquanto isso, a LMA se agrava rapidamente: trata-se de um câncer da medula óssea em que células imaturas invadem o sangue e comprometem a produção normal de glóbulos. Com a evolução clínica instável e baixas chances de recuperação, os médicos chegaram a estimar que Bendigo teria menos de um mês de vida.

O plano terapêutico, segundo o Dr. Sangam Hebballi, incluiu monitoramento diário, transfusões de plaquetas e quimioterapia de urgência para reduzir rapidamente as células leucêmicas. “Foi um equilíbrio delicado entre eficácia e segurança, realizado com muito cuidado nos primeiros dias em que ele esteve anticoagulado. Seguimos dia a dia até estabilizá-lo para o tratamento definitivo da LMA”, explicou o hematologista.

Quando soube da gravidade do quadro, Arlaine enfrentou o medo de frente. “Eu via que ele estava morrendo e esperei o pior todos os dias. Nem falava com ninguém sobre isso para não tornar tudo mais real. Foi aterrorizante”, recorda Arlaine.

Comovida, a equipe do hospital transformou a enfermaria em cenário de cerimônia: no dia 26 de janeiro de 2024, corredores foram enfeitados, pacientes e funcionários formaram alas, e “Here Comes the Bride” ecoou enquanto Arlaine descia o pequeno tapete improvisado. “A cerimônia ficou linda e foi um dia de muita alegria. Tudo graças ao empenho incrível dos profissionais do hospital”, elogia Arlaine.

Após o casamento, Bendigo passou mais seis semanas em quimioterapia intensiva e recebeu alta em março de 2024. O casal ainda aproveitou uma lua-de-mel tardia. No segundo aniversário de união, em 26 de janeiro deste ano, celebraram não só as bodas, mas também a completa remissão da LMA. Embora precise de sessões de quimioterapia de cinco dias a cada seis semanas, ele vive bem e grato.

“Eu realmente acredito que só sobrevivi porque sabia que ia me casar. Essa esperança foi o que me manteve vivo”, declara Bendigo Davies. Para o Dr. Hebballi, a jornada do paciente é um exemplo de resiliência e positividade: “Ele superou desafios clínicos complexos e agora aproveita a vida ao lado da esposa, mantendo o tratamento com otimismo.”

Para o casal, a lição é clara: “Não sabemos o que o amanhã nos reserva, então se quiser fazer algo, faça sem demora!”, aconselha Bendigo Davies.

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